Sob pressão, Osmar Stabile avisa aliados que não será candidato na eleição do Corinthians
Esportes14/10/2026 às 18:15
]]> Seedorf no Corinthians! Técnico explica pausa de sete anos na carreira O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, avisou a aliados e conselheiros que não pretende mais se candidatar na eleição deste ano. O prazo para registro de candidaturas termina nesta quinta-feira, às 17h (de Brasília). + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp Os aliados políticos de Stabile, especialmente os conselheiros vitalícios, estão discutindo qual caminho seguir e qual candidatura apoiar. Investigado e denunciado pelo Ministério Público e alvo de críticas, Stabile mudou de opinião sobre tentar novo mandato de três anos na votação de 28 de novembro. Ele estava inclinado a se candidatar, mesmo com a possibilidade de ser barrado pela Comissão Eleitoral. O estatuto proíbe a candidatura de dirigente que assume a presidência em caso de vacância e permanece no cargo por 18 meses ou mais. Mais notícias do Corinthians: + Raniele sofre lesão no joelho e vira desfalque + Seedorf chega e evita a imprensa no aeroporto Presidente interino do Corinthians, Osmar Stabile, vota no processo de impeachment de Augusto Melo José Manoel Idalgo/SCCP Considerando que Stabile assumiu o cargo interinamente em 26 de maio de 2025, com o impeachment de Augusto Melo, os 18 meses seriam completados em 26 de novembro de 2026, dois dias antes do pleito. O presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, recomendou que Stabile renunciasse ao cargo para não completar o tempo de proibição, o que o presidente chegou a considerar, segundo aliados. Stabile ainda não anunciou oficialmente a sua decisão. Procurada pelo ge, a assessoria do clube declarou que, por enquanto, o presidente não irá se manifestar. Seedorf fala sobre ignorar a política e se fechar com o elenco Investigações O Ministério Público denunciou Stabile à Justiça por apropriação indébita devido à contratação, com dinheiro do Corinthians, de uma empresa não legalizada na Polícia Federal para fazer a segurança particular dele. O dirigente argumenta que a contratação se deu em razão do cargo. O MP conduz uma outra investigação, no âmbito criminal, referente à contratação de uma empresa de segurança irregular, aberta em nome de um funcionário do…
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