'Só vi o bracinho do meu bebê caído': mãe relata morte dos 2 filhos em ataque em Curicica; polícia apura se CV confundiu alvos
Destaques28/09/2026 às 11:11
]]> 'Só vi o bracinho do meu bebê caído': mãe relata morte dos 2 filhos em ataque em Curicica; polícia apura se CV confundiu alvos A comerciante Tânia Nogueira passou o domingo (27) no Instituto Médico Legal (IML) para liberar os corpos dos dois filhos, Douglas Nogueira, de 26 anos, e Caio Nogueira, de 17. Os irmãos foram mortos a tiros na tarde de sexta-feira (25), em Curicica, na Zona Sudoeste do Rio. Tânia estava com os filhos no momento do ataque e presenciou a morte dos dois. Em entrevista ao à TV Globo, ela contou que estava na lanchonete da família quando ouviu os disparos. Os filhos conversavam nas proximidades do estabelecimento. "Eu estava no meio da loja. Só sei que, do nada, aquele tiro. Os dois estavam ali, conversando. Eu me escondi mais ainda, para trás. Quando fui ver, olhei por baixo e só vi o bracinho do meu bebê lá, caído." "Eu não tive reação. Não quis olhar na hora. Só vi o bracinho do meu filho mais novo caído e fiquei parada. Fiquei paralisada", acrescentou. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Tânia disse que nunca imaginou passar por uma situação como essa. "Nunca passei, nunca imaginei que ia passar por isso na minha vida. Aconteceu de eu ver meus dois filhos caídos ali. Nunca imaginei. Uma pessoa que eu sempre cuidei, fiz tudo certo. É estudar, trabalhar. Sempre me ajudaram. Não dá para entender", desabafou. Tânia Nogueira perdeu os filhos Douglas Nogueira, de 26 anos, e Caio Nogueira, de 17 baleados em Curicica na sexta-feira (25) Reprodução Criminosos chegaram em carro semelhante a táxi O ataque aconteceu por volta das 17h de sexta-feira, na Rua André Rocha, nas proximidades da comunidade Dois Irmãos, área dominada pela milícia. Segundo testemunhas, criminosos chegaram em um carro amarelo, semelhante a um táxi, e atiraram contra Douglas e Caio. Os dois morreram no local. Em seguida, os atiradores fugiram. Tânia confirmou que o veículo utilizado pelos criminosos era amarelo e o identificou como um táxi. Uma equipe do 18º BPM (Jacarepaguá) foi acionada e preservou o local até a chegada da perícia. 'Trabalhavam e estudavam' A família mantém uma lanchonete na região. Segundo a mãe, os dois ajudavam diariamente no…
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