← Voltar ao portal
Jovem Rio News

'Shopping dos camelôs' de Campinas segue sem obras cinco anos após anúncio de R$ 128 milhões

Destaques 22/10/2026 às 21:01
'Shopping dos camelôs' de Campinas segue sem obras cinco anos após anúncio de R$ 128 milhões
]]> Projeto de lei define regras para shopping de camelôs no Centro de Campinas Quase cinco anos após o anúncio de um contrato de R$ 128,2 milhões, o Shopping Popular de Campinas (SP) segue sem obras e sem previsão de construção. O empreendimento, planejado para abrigar cerca de 1,2 mil camelôs do Centro, teve o pedido de aprovação indeferido pela Prefeitura em outubro deste ano. A decisão foi publicada no Diário Oficial de 8 de outubro, com a justificativa de que houve demora no andamento do processo (leia mais abaixo). Segundo a Prefeitura, o indeferimento não representa o cancelamento do empreendimento, e a concessão do terreno ao Sindicato dos Empreendedores Individuais de Ponto Público Fixo e Móvel de Campinas (Sindipeic) continua válida. O Shopping Popular está previsto para uma área do Complexo Ferroviário, próxima à Estação Cultura. Em novembro de 2021, o sindicato assinou um contrato com a empresa Engemon Comércio e Serviços Técnicos Ltda. para executar as obras, que deveriam começar em 2022 e durar 18 meses. O g1 procurou o Sindipeic para questionar os atrasos e a previsão de início das obras, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Por que o projeto foi indeferido? Projeto do Mercado Popular, o shopping de camelôs, que será construído em Campinas Reprodução/Prefeitura de Campinas A Secretaria Municipal de Urbanismo indeferiu o pedido de aprovação do Shopping Popular por causa do tempo decorrido no processo, conforme decisão publicada no Diário Oficial de 8 de outubro. Em resposta ao g1, a Prefeitura explicou que o projeto precisa ser adaptado às áreas reservadas para o Trem Intercidades (TIC), que vai ligar Campinas a São Paulo (SP). Para permitir a retomada do processo, a administração municipal entregou aos representantes do Sindipeic, em 14 de outubro, os mapas atualizados dessas áreas. Agora, aguarda uma manifestação do sindicato sobre as mudanças necessárias. Ainda não há previsão para a apresentação de um novo projeto ou para o início das obras. O sindicato pode perder o terreno? A concessão foi autorizada pela Lei Complementar nº 281, de agosto de 2020, que estabelece prazo de dois anos, contado da formalização, para…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial