Sensores, radares e luzes: como a tecnologia potencializa a Superliga de vôlei
Esportes16/10/2026 às 21:00
]]> Sesi-SP usa combo de tecnologia para desenvolvimento do vôlei; conheça os recursos Saltos monitorados por sensores, estatísticas em tempo real, radares para medir a velocidade do saque e sistemas de luzes para treinar a capacidade de reação. Na Superliga de vôlei, a tecnologia faz parte da preparação dos atletas e ajuda as equipes a aprimorar o desempenho em quadra e prevenir lesões. Além da preparação dos times, a tecnologia também está presente na operação das partidas da Superliga. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) utiliza um sistema integrado de estatísticas em tempo real que reúne informações da arbitragem, análise de desempenho, site oficial e telões dos ginásios. + Superliga 2026/27: veja datas de estreia, primeiros confrontos e onde assistir + Fabi chora ao lembrar defesa com pé e diz que ser líbero é exercício de humildade: "Não faz um ponto" + Inteligência Artificial? Evento de vôlei sobre a água tem luzes de led e é realizado dentro de rio Atletas do Campinas estimulam reflexo e agilidade com luzes Informações como escalações, jogadores em quadra, substituições, desafios, pedidos de tempo e pontuação são registrados num tablet. O dispositivo fica conectado ao computador do analista de desempenho da CBV, Tiago Mizael, responsável por registrar as ações de cada rali no software Volley Station Pro, com base nas imagens recebidas da transmissão do sportv. Esse sistema reúne dados sobre os fundamentos do jogo, como saque, recepção, levantamento, ataque e bloqueio, além da participação dos atletas em cada ponto e da eficácia das ações. As informações são atualizadas em tempo real no site da CBV e também nos placares eletrônicos dos ginásios. A nova temporada começa neste sábado, às 18h30 (de Brasília), com o duelo entre Minas, atual vice-campeão da Superliga feminina, e Brusque. Protagonista nas duas categorias, o clube mineiro usa a tecnologia tanto para aprimorar o desempenho dos atletas quanto para prevenir lesões. — Essa é a terceira temporada que utilizamos o Vert, um medidor de salto digital. O equipamento é usado na altura do quadril e fornece informações sobre as características dos saltos que não conseguimos observar a olho nu durante um…
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