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Jovem Rio News

Sarinha leva sonho de Cuiabá à Copa do Mundo após mudança da família para São Paulo

Esportes 23/10/2026 às 18:48
Sarinha leva sonho de Cuiabá à Copa do Mundo após mudança da família para São Paulo
]]> Canadá 2 x 6 Brasil | Gols | 1ª rodada | Copa do Mundo Feminina sub-17 Aos 16 anos, a cuiabana Sarah Coelho, conhecida como Sarinha, disputa a Copa do Mundo Feminina Sub-17, no Marrocos, depois de uma trajetória marcada pela dedicação ao futebol e pelo apoio da família. Jogadora do São Paulo e integrante da Seleção Brasileira, ela começou a jogar bola nas ruas de Cuiabá e contou com os pais para superar as dificuldades de encontrar espaço no futebol feminino e seguir o sonho de se tornar atleta profissional. O próximo desafio será neste sábado, contra a Noruega, pela terceira rodada da fase de grupos do Mundial. A partida está marcada para 12h (horário de Brasília), e é decisiva para as pretensões brasileiras de avançar à próxima fase. Sarinha em treino da Seleção Sub-17 para Copa do Mundo no Marrocos Fabio Souza / CBF A trajetória até a Seleção começou longe dos grandes centros do futebol feminino. Em Cuiabá, os primeiros contatos com a bola aconteceram nas brincadeiras com o pai e o tio, nas ruas próximas de casa. O que começou como diversão rapidamente se transformou em objetivo. — No primeiro toque de bola lá na rua, eu já falei: “Eu quero ser jogadora de futebol”. E eles me apoiaram muito — contou Sarinha em entrevista à CBF TV. Sarinha com o tio Joelson Alves e pai Guilherme Cardoso Arquivo pessoal Primeiros passos em Cuiabá Natural da capital mato-grossense, Sarinha começou a jogar ainda criança, por volta dos seis anos. Na época, encontrar uma escolinha que aceitasse meninas não era simples. Os pais procuraram diferentes locais, mas ouviram negativas por falta de equipes femininas. A primeira oportunidade veio na Associação de Cabos e Soldados (ACS). Depois, a família também insistiu para que ela pudesse jogar na escola onde estudava. Sarinha era a única menina entre os garotos. Globo Esporte foi até a escola da Sarinha entregar a camisa do craque VC NO GE de setembro A adaptação nem sempre foi fácil. Ela conta que, no início, alguns meninos ficavam incomodados quando eram driblados, mas a convivência melhorou com o tempo. A presença da cuiabana também passou a despertar o interesse de outras meninas pelo futebol. — Eu me sinto orgulhosa de inspirar…
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