Saída de obstetras deixa grávidas de alto risco sem consultas no Hospital Estadual de Sumaré
Destaques30/09/2026 às 17:15
]]> Falta de obstetras afeta atendimento a gestantes no Hospital Estadual de Sumaré Gestantes de alto risco atendidas pelo Hospital Estadual de Sumaré (HES) relatam dificuldades para realizar consultas de pré-natal após o desligamento de médicos obstetras da unidade. Em entrevista à EPTV, afiliada TV Globo, as pacientes afirmaram que tiveram atendimentos cancelados e enfrentam incerteza sobre o acompanhamento da gravidez. ➡ A mulher de 40 anos que descobriu estar grávida mesmo após passar por uma curetagem no mesmo hospital relatou que o acompanhamento no ambulatório tem sido insuficiente, com médicos diferentes a cada visita, consultas que duram poucos minutos e cancelamentos sucessivos. Este é o segundo caso do tipo na unidade este ano: em agosto, outra paciente descobriu o bebê vivo após receber diagnóstico de aborto espontâneo. O Hospital Estadual de Sumaré confirmou a saída de 18 obstetras e ginecologistas, informou que fez a reposição do quadro de profissionais e disse que reorganiza as agendas para reduzir impactos nos atendimentos às gestantes - confira na íntegra abaixo. Pela 2ª vez no ano, paciente mantém gravidez após curetagem no Hospital Estadual de Sumaré e denuncia falta de assistência O que é a curetagem, procedimento feito em grávida que descobriu bebê vivo após diagnóstico de aborto Grávida de gêmeos aguarda atendimento há 1 mês Alessandra Barrocal aguarda, há um mês, consulta de pré-natal no Hospital Estadual de Sumaré (SP). Ela está grávida de gêmeos e faz tratamento para diabetes gestacional. Reprodução/EPTV A supervisora funerária Alessandra Barrocal, moradora de Hortolândia (SP), espera gêmeos e faz tratamento para diabetes gestacional. Por isso, a gravidez é considerada de alto risco e exige acompanhamento mais frequente. Segundo ela, o pré-natal transcorria normalmente desde maio, quando passou a ser atendida pelo hospital após encaminhamento da rede municipal de saúde. "Todas as consultas, conforme o médico pedia, a cada 21 dias, a cada 30 dias, foi feito normalmente", contou. A situação mudou em setembro, de acordo com a gestante. Ela relatou que os médicos passaram a solicitar retornos quinzenais por causa da evolução da gravidez, mas…
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