Saiba como é o Romão Gomes, presídio militar para onde bombeiro que matou estudante é levado em SP
Destaques07/10/2026 às 16:12
]]> Bombeiro acusado de matar estudante de medicina é levado para delegacia em SP O bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, que matou a tiros o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, em Taubaté, foi encaminhado para o Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo, após ser preso nesta quarta-feira (7). A unidade é destinada a policiais militares que estão presos preventivamente ou que já foram condenados pela Justiça comum ou militar. Marcos chegou à delegacia na manhã desta quarta-feira em uma viatura oficial do Corpo de Bombeiros. Após passar pelos procedimentos policiais e pelo exame de corpo de delito. Depois, por volta de 12h30, ele foi encaminhado para a unidade prisional militar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp O Presídio Militar Romão Gomes foi criado em 1957 e ocupa uma área de cerca de 1 milhão de metros quadrados, que também abriga outras unidades da Polícia Militar, na Zona Norte da capital. A direção do presídio fica sob responsabilidade de um oficial da Polícia Militar. A unidade recebe policiais em diferentes situações processuais, incluindo aqueles que ainda aguardam julgamento e os que já foram condenados. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Bombeiro que matou estudante de medicina a tiros em Taubaté é preso em SP ‘É o começo da Justiça’, diz mãe após prisão de bombeiro que matou estudante de medicina a tiros em SP Bombeiro acusado de matar estudante após discussão no trânsito é denunciado pelo MP-SP por homicídio qualificado Saiba como é o Romão Gomes, presídio militar para onde bombeiro que matou estudante é levado em SP Reprodução/TV Vanguarda Como é a rotina dos presos Os internos seguem uma rotina disciplinar. Segundo informações apuradas pela reportagem, eles devem se apresentar pela manhã com uniforme em condições determinadas pela unidade. Os presos têm até cinco refeições por dia e direito a duas horas de banho de sol. Nos primeiros 30 dias, quem chega à unidade passa pelo chamado “estágio vermelho”, período de maior restrição. Depois dessa fase, conforme o caso e o comportamento do interno, existe a possibilidade de progressão para setores menos restritivos. Os…
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