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Rússia descarta risco de epidemia após morte de funcionária de laboratório por peste

Destaques 07/10/2026 às 15:39
Rússia descarta risco de epidemia após morte de funcionária de laboratório por peste
]]> OMS cobra da Rússia informações sobre pneumonia misteriosa A Rússia afirmou nesta quarta-feira (7) que não há “nenhum risco epidêmico” na Sibéria após a morte de uma funcionária de um instituto de pesquisas sobre a peste. A Mongólia, no entanto, determinou o reforço da vigilância, enquanto vários países pediram mais transparência de Moscou. Na semana passada, o veículo russo People of Baikal noticiou a morte de uma mulher de 28 anos que trabalhava no laboratório do instituto, em Irkutsk. Segundo a publicação, ela teria sido infectada após quebrar um tubo de ensaio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Os Estados Unidos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e países da União Europeia pediram que a Rússia seja transparente sobre o caso. “Mais de 90% das pessoas que tiveram contato com a paciente já passaram por acompanhamento médico. Nenhum problema de saúde relacionado a uma doença infecciosa foi identificado”, afirmou nesta quarta-feira a agência russa de saúde pública Rospotrebnadzor. Segundo a Rospotrebnadzor, a técnica de laboratório “havia sido vacinada e tinha imunidade contra as infecções perigosas com as quais trabalhava”. “Não há nenhum risco epidêmico para a população de Irkutsk e da região de Irkutsk”, afirmou a agência. Duas comissões de especialistas em segurança biológica concluíram que “não foi constatada nenhuma situação de emergência relacionada à manipulação de microrganismos patogênicos”, acrescentou a agência. A peste é uma doença infecciosa causada por bactérias. A forma pulmonar é altamente contagiosa e pode ser fatal se não for tratada rapidamente, segundo a OMS. Yersinia pestis é causadora da peste pneumônica e da peste bubônica picture-alliance/BSIP/J. Cavallini “Pneumonia” Uma comissão sanitária havia afirmado anteriormente que os exames feitos na funcionária indicavam que ela morreu de “pneumonia” de origem “indeterminada”. Segundo a comissão, “nenhum microrganismo relacionado à atividade profissional da jovem foi identificado em suas amostras biológicas”. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, pediu que a população considere apenas as informações divulgadas pela agência russa de saúde pública. “A mídia…
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