Rússia anuncia negociações trilaterais com Ucrânia e EUA em novembro nos Emirados Árabes
Destaques23/10/2026 às 10:32
]]> Vladimir Putin, Donald Trump e Volodymyr Zelensky. Sputnik/Gavriil Grigorov/Pool via REUTERS, Reuters e Genya Savilov/AFP Negociações diretas entre Rússia e Ucrânia, sob mediação dos Estados Unidos, estão previstas para novembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, afirmou nesta sexta-feira (23) o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. A Rússia se mostrou disposta a retomar as conversas de paz, paralisadas desde o início do ano, após uma reunião realizada na quarta-feira (21) entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o enviado especial de Donald Trump, Steve Witkoff. O principal assessor do presidente russo, Yuri Ushakov, afirmou que "o conflito na Ucrânia está chegando perto do fim", sem dar mais detalhes. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também manifestou apoio à iniciativa. Em uma entrevista à TV norte-americana, também na quarta-feira, ele propôs "congelar" a frente de batalha na guerra contra a Rússia como primeiro passo para iniciar negociações por um cessar-fogo. Agora no g1 Zelensky ainda reiterou que a Ucrânia precisa participar de qualquer negociação para encerrar o conflito. "Sempre disse que estamos abertos a negociar em qualquer formato, sobre qualquer tema. Mas não falem sobre nós sem a nossa presença, por favor", afirmou. Ainda no encontro entre Putin e Witkoff, a Rússia anunciou que começaria em breve a enviar carregamentos de diesel aos Estados Unidos, em um acordo com o presidente americano, Donald Trump. Moscou também informou que libertou um cidadão americano que estava detido no país desde o início da guerra. O presidente ucraniano também defendeu que um eventual acordo de paz inclua garantias de segurança oferecidas por parceiros internacionais, como os Estados Unidos e países europeus. Segundo Zelensky, essas garantias são necessárias para evitar que a população ucraniana volte a enfrentar a ocupação e a violência. "Isso permitiria que os ucranianos não tivessem medo de que a ocupação retorne, de que a agressão retorne, de que os assassinatos retornem", disse.
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.