Renê, do Fluminense, diz que é substimado e avalia carreira: "Jogo em estádios que cabem minha cidade toda"
esportes20/09/2026 às 10:00
]]> Renê, do Fluminense, avalia carreira: "Jogo em estádios que cabem minha cidade toda" O lateral-esquerdo Renê construiu toda a carreira no futebol acostumado a jogar em times de massa. Iniciou no Sport e passou por Flamengo e Internacional até chegar ao Fluminense, clube em que hoje é titular, apesar de enfrentar concorrência e desconfiança ao longo de dois anos. Cano celebra vaga na Libertadores e comenta possibilidade de Flamengo x Fluminense na final: "Seria especial" Palmeiras tenta reduzir carga de ingressos, mas Fluminense exige cumprimento do regulamento da Libertadores Jogar na primeira divisão do futebol brasileiro já seria um grande feito para alguém que nasceu e começou a jogar futebol em Picos, uma pequena cidade de 80 mil habitantes no interior do Piauí. Mas o lateral foi além. Acumulou títulos e se manteve sempre entre os titulares, independente do time em que jogou e da comissão técnica com quem trabalhou. Apesar disso, sempre teve que lidar com críticas sobre seu futebol. — Acho que isso aí já vem comigo faz muito tempo. Ser subestimado. Virou normal na minha carreira. Mesmo jogando só em time de massa, que foi uma coisa que eu sempre sonhei, porque eu adoro jogar com um estádio cheio. Saí de uma cidade de 80 mil habitantes e às vezes jogo no estádio que cabe praticamente a minha cidade toda dentro dele. Acredito sim que às vezes sou subestimado, mas eu não ligo muito para isso. O que vale é o que eu penso sobre mim, o que meus companheiros e o treinador acham — relatou Renê em entrevista exclusiva ao ge. Renê tenta passe durante partida entre Fluminense e Vasco LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C. Minha resposta é estar sempre em campo. Mesmo sendo subestimado, eu joguei onde eu passei no mínimo 100 jogos. Estive em campo e fui campeão. Acho que só no Internacional não consegui ser campeão, mas nos outros onde eu passei eu fui. É isso que que me conforta. Que me dá prazer de estar todo dia treinando, trabalhando e em busca de mais. Aos 34 anos, o lateral não dá sinais de queda física na carreira. Se mantém jogando regularmente e raramente passa pelo departamento médico. Tudo isso vem do trabalho que faz tanto nos treinamentos quanto nos momentos de…
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