Rede de supermercados suspeita de assédio eleitoral na Bahia diz que número em fardas faz referência à idade da empresa
Destaques23/10/2026 às 20:18
]]> MPT processa rede varejista por suspeita de assédio eleitoral contra trabalhadores na Bahia Divulgação A rede de supermercados processada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por suspeita de assédio eleitoral, na Bahia, se defendeu, nesta sexta-feira (23), da acusação. Segundo a Rede Mix, o número estampado nas fardas dos seus funcionários faz referência à idade da empresa e não ao número de candidatura de um dos candidatos à Presidência do Brasil. Em nota, empresa varejista destacou que a campanha faz parte de uma ação de aniversário, repetida ao longo dos últimos anos, e que normalmente acontece entre os meses de setembro e novembro. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A rede de supermercados disse também que apresentou ao MPT documentos que comprovas essas outras campanhas institucionais e destacou que ainda não havia sido notificada sobre o processo. Agora no g1 Entenda o caso O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação na Justiça contra a empresa nesta sexta-feira, por suspeita de assédio eleitoral contra os trabalhadores da rede na Bahia. O órgão afirma que funcionários eram obrigados a usar uniformes com um número igual ao de um dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições de 2026. O MPT pediu uma decisão liminar para suspender imediatamente o uso das camisas. O órgão considera que a iniciativa pode constranger os empregados e interferir na liberdade de escolha política e no direito ao voto. Segundo a procuradora do Trabalho Manuella Gedeon, responsável pela ação, o caso começou a ser investigado após denúncias de que funcionários eram obrigados a vestir as camisas durante o expediente. Após receber as primeiras denúncias, o MPT enviou uma recomendação à Rede Mix para que interrompesse qualquer prática que pudesse configurar assédio eleitoral e revisasse campanhas promocionais com referências que pudessem ser interpretadas como mensagens políticas. Segundo o órgão, a recomendação foi entregue pessoalmente à empresa. Mesmo assim, novas denúncias apontaram que os funcionários continuavam usando os uniformes. O MPT afirma ainda que uma fiscalização realizada por servidores da área de segurança…
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