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R$ 442 mil em dinheiro e R$ 2 milhões em mansão: as movimentações suspeitas de delegado preso por suposto desvio de drogas

Destaques 19/10/2026 às 22:27
R$ 442 mil em dinheiro e R$ 2 milhões em mansão: as movimentações suspeitas de delegado preso por suposto desvio de drogas
]]> PIX, blindagem e sistemas de inteligência: como policiais suspeitos estruturaram desvio de Apontado como peça central de um suposto esquema de desvio de drogas apreendidas pela polícia e revendidas ao tráfico, o delegado Hoffman D’Ávila Cândido e Sousa movimentou ao menos R$ 442.652 em valores considerados suspeitos pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), segundo relatório da Operação Infiltrados. A investigação também questiona a origem dos recursos usados na construção de um imóvel de alto padrão em um condomínio de luxo de Campo Grande. Conforme o relatório, os gastos com a residência chegaram a cerca de R$ 2 milhão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O g1 MS teve acesso ao documento do Gaeco, do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), que embasa a operação responsável pela prisão do delegado e de outros investigados em 24 de setembro. Procurado, o advogado José Roberto Rodrigues da Rosa, que atua na defesa do delegado informou que está analisando o processo e que não havia solicitado a liberdade do cliente até o momento. Delegado da Polícia Civil, Hoffman D'Ávila Cândido e Sousa. Adepol MS Movimentações financeiras sob suspeita Segundo o relatório, o Gaeco identificou uma expressiva incompatibilidade entre a renda declarada pelo delegado, as movimentações financeiras e o patrimônio associado a ele. Os investigadores apontaram R$ 442.652 em operações consideradas suspeitas, distribuídas das seguinte forma: Depósitos em dinheiro na conta pessoal: R$ 328.510, recebidos em 32 lançamentos em espécie. Entre eles, os investigadores destacaram um depósito de R$ 276 mil, realizado em 11 de março de 2024, do qual parte teria sido sacada no mesmo dia. Transferências via Pix de suspeito de integrar o esquema: R$ 5.900, recebidos em três operações bancárias de Neverson Vieira de Araújo, apontado pela investigação como responsável por cooptar intermediários. Depósitos na conta da esposa: R$ 108.242, identificados em 80 operações em dinheiro. O relatório também analisa declarações fiscais e a evolução patrimonial do delegado. Segundo o documento, em 2023, após vários anos de atuação na polícia, Hoffman…
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