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'Quero que ela volte a sorrir novamente', diz marido de jovem que perdeu movimentos após passeio em montanha-russa

inicio 22/09/2026 às 08:49
'Quero que ela volte a sorrir novamente', diz marido de jovem que perdeu movimentos após passeio em montanha-russa
]]> Fantástico investiga os acidentes em uma das montanhas-russas mais famosas do Brasil Cinco meses depois de sofrer um grave traumatismo craniano após andar na montanha-russa Montezum, no parque Hopi Hari, em Vinhedo (SP), a jovem paranaense Júlia Bossoni ainda enfrenta uma intensa rotina de reabilitação. Ao lado dela desde o acidente, o marido, João Pedro Bossoni, diz que o maior desejo da família é vê-la recuperar a independência e a qualidade de vida que tinha antes. "Minha única preocupação é ela estar bem. Ela voltar a ser independente, a ser feliz de novo, a sorrir, conseguir conversar, ser independente, ser forte, que nem ela sempre foi", disse. O caso é investigado pelo Ministério Público de São Paulo, que abriu um procedimento para apurar as circunstâncias do acidente e pediu a realização de uma perícia na atração. O processo segue em andamento. Imagens mostram últimos momentos de jovem em montanha-russa do Hopi Hari antes e depois de acidente grave Jovem perde movimentos após andar em montanha-russa do Hopi Hari Reprodução 'Ela vai voltar', diz mãe Júlia ficou desacordada após voltar de uma das voltas na atração, em abril deste ano. Ela foi levada para a Santa Casa de Vinhedo em estado grave, passou por cirurgia de emergência e permaneceu internada por 57 dias. Segundo laudo médico citado pela família, o traumatismo cranioencefálico foi causado por um mecanismo de contragolpe durante o passeio na montanha-russa. Desde então, a jovem passou por sete cirurgias e segue em tratamento para recuperar movimentos e funções afetadas pela lesão cerebral. De acordo com familiares, ela perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, tem dificuldades na fala e apresenta falhas de memória. A rotina de cuidados é dividida entre João Pedro e a mãe de Júlia, Danielle Rimolli. A família conseguiu ampliar o acesso a tratamentos, com sessões frequentes de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e outras terapias voltadas à recuperação neurológica. Apesar das dificuldades, a mãe afirma que mantém a esperança de ver a esposa voltar a ter autonomia. "Ela vai voltar, a gente vai voltar junto, fazer tudo que a gente sempre fez, eu tenho certeza disso. Por mais que…
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