Quer mudar de carreira? Veja onde fazer segunda graduação com desconto no Rio
Rio de Janeiro25/10/2026 às 08:00
]]> Quatro em cada dez brasileiros (40,9%) querem mudar de carreira ou de área de atuação dentro da própria profissão, segundo uma pesquisa realizada pela Serasa Experian. A gestora em Educação Vívian Fadel de Araújo é um desses casos. Após duas décadas de trabalho em escolas, ela começou a cursar Direito aos 41 anos: — Cheguei a um ponto em que eu precisava melhorar a minha qualidade de vida. Infelizmente, no nosso país, o professor não é valorizado. Além disso, eu queria novos desafios. Veja onde se inscrever: Enap oferta 400 vagas em dois MBA gratuitos sobre gestão pública Oportunidades: IBGE poderá realizar processo seletivo simplificado com até 325 vagas Segundo Letícia Sanchez, gerente executiva de Recursos Humanos da Serasa Experian, a troca de carreira já não nasce somente da insatisfação, mas da busca por crescimento e equilíbrio com a vida pessoal. Para quem tem diploma, voltar à faculdade tem suas facilidades, com descontos em mensalidades e matrícula sem vestibular. O desafio é transformar a nova formação em trabalho: a falta de chances para quem recomeça (34,4%), a inexperiência na nova área (22,6%) e a insegurança financeira (16,6%) são apontadas como os principais obstáculos pelos entrevistados. — A transição não termina com a conquista do diploma, mas com a construção gradual de experiência e consolidação na nova área — diz Letícia. Mariana Dias, diretora de Carreira e Futuro do Trabalho da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), sugere avaliar antes se o problema é a profissão ou a empresa, evitando a romantização da nova carreira: — Uma transição de carreira precisa ser uma decisão consciente, baseada em autoconhecimento e conhecimento de mercado, e não apenas uma tentativa de fugir da insatisfação atual. O custo do segundo diploma Antes de pagar a primeira mensalidade, vale pôr na ponta do lápis mais do que o preço do curso. Para o economista Renan Pieri, da Fundação Getulio Vargas (FGV), o maior custo costuma ser a queda de salário de quem recomeça como júnior: — Quanto mais velho, menos anos sobram para recuperar o investimento. E o salário médio de uma profissão não é o que você vai ganhar: quem entra numa área mais tarde entra no…
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