Quem são os veterinários réus apontados pelo MP no caso da venda de sangue de gatos no interior de SP
inicio20/09/2026 às 05:00
]]> Quem são os veterinários que viraram réus no processo que apura a venda de sangue de gato Dois médicos-veterinários viraram réus na segunda fase da investigação sobre a venda clandestina de sangue de gatos em Monte Alto (SP). Eles respondem por maus-tratos a animais, por seis vezes, e por associação criminosa. São eles a veterinária Thaís Daniele Antonussi, de 34 anos, e o veterinário Renato Franco, de 35, os dois de São José do Rio Preto (SP). A Justiça recebeu a denúncia em 10 de setembro. Eles não estavam na casa onde os gatos foram encontrados desacordados, em outubro de 2025. A acusação do MP é de que os dois teriam atuado em outra ponta: na organização das demandas, no financiamento de viagens, nos pagamentos e na destinação das bolsas de sangue. Segundo a denúncia, com base no depoimento do estudante preso em flagrante, cada bolsa de cerca de 50 ml era revendida por valores entre R$ 500 e R$ 800, para todo o país. A acusação formal de maus-tratos nesta ação trata de seis gatos. Outros números, como 28 animais no dia da abordagem e 38 em uma viagem anterior a Monte Alto, aparecem em depoimentos e mensagens analisados pela Polícia Civil, mas não são o objeto principal da denúncia aceita pela Justiça nesta etapa. O recebimento da denúncia não significa condenação. Os réus ainda poderão apresentar defesa, e as provas serão analisadas ao longo do processo. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Renato Franco e Thais Antonussi são réus no processo de venda ilegal de sangue de gatos em SP Divulgação O que dizem as defesas Segundo a Polícia Civil, o grupo captava animais, fazia coletas clandestinas de sangue e vendia o material de forma irregular. A investigação aponta atuação em Monte Alto, São José do Rio Preto, Mirassol, Catanduva e região. O g1 procurou Thaís por e-mail e WhatsApp para que ela se manifestasse sobre as acusações, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. Ela também nunca foi ouvida na investigação: duas cartas precatórias enviadas a São José do Rio Preto voltaram sem que fosse localizada nos endereços pesquisados, segundo os autos. A reportagem também procurou a empresa HemoAcademy por e-mail e…
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