'Quem matou Rosalina': cinzas de vitima que disputava herança de R$ 80 milhões estão em igreja do Rio
Rio de Janeiro29/10/2026 às 09:00
]]> Numa igreja de Botafogo, na Zona Sul do Rio, estão depositadas as cinzas de uma vítima de um crime que chocou cidadãos portugueses residentes no Rio e em Portugal. Ex-secretária do falecido empresário português Lúcio Tomé Feteira, que já foi considerado dono de uma das maiores fortunas da Europa, e sua amante por 32 anos, a portuguesa Rosalina da Silva Cardoso Ribeiro já havia conquistado o direito de receber parte da herança do milionário em Portugal. No Brasil, ela disputava com uma filha de Feteira um espólio de R$ 80 milhões. Aos 74 anos, no entanto, foi morta com um tiro no peito e outro no rosto, em 7 de dezembro de 2009, em Saquarema, na Região dos Lagos. Guerra do tráfico: Criminosos do Rio se unem aos de Volta Redonda para tomar domínio de facção rival em comunidade do município Em Nilópolis: homem é preso suspeito de agredir, ameaçar de morte e manter a esposa amarrada Lúcio Tomé Feteira morreu de causas naturais, aos 98 anos, em 2000. Já o crime que tirou a vida de Rosalina aconteceu cinco dias antes de uma viagem que ela havia programado, mas que nunca chegou a fazer. A secretária pretendia retornar a Portugal e tinha passagem marcada para um voo no dia 12 de dezembro daquele ano . A última pessoa a estar com a vítima, horas antes de ela ser executada, foi o advogado e ex-deputado português Domingos Duarte Lima. Às 19h59 do dia 7 de dezembro, uma imagem captada por uma câmera de segurança mostra Rosalina em um elevador, descendo de um prédio onde morava, no Flamengo, na Zona Sul, para se encontrar com o advogado. É a última imagem dela com vida. Duas horas depois, ela foi morta em Saquarema, na Região dos Lagos. Polícia aponta advogado e ex-deputado português como autor da morte de Rosalina Ribeiro Principal suspeito do crime, Duarte Lima se tornou réu na Justiça brasileira. Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro, o português cometeu o assassinato porque a vítima se recusava a assinar uma declaração afirmando que o advogado não havia recebido nenhuma quantia transferida por ela. Meses antes do crime, a Justiça portuguesa havia recebido um comunicado da União dos Bancos Suíços esclarecendo que parte do dinheiro do espólio de…
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