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Quem foi Beatriz Vitória, jovem que pode ter sido morta por ex e teve corpo ocultado na Grande BH

Destaques 23/10/2026 às 07:00
Quem foi Beatriz Vitória, jovem que pode ter sido morta por ex e teve corpo ocultado na Grande BH
]]> A vendedora Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, de 27 anos Reprodução A vendedora Beatriz Vitória Aparecida Neves Mota, de 27 anos, era conhecida como Bia pelos amigos e familiares. Descrita como extrovertida e companheira, ela foi encontrada morta nesta quarta-feira (21), em uma área rural de Jaboticatubas, na Grande BH, após 12 dias desaparecida. No cotidiano, Beatriz mantinha contato frequente com pessoas próximas e gostava de trocar áudios para saber dos planos do dia de quem amava. Segundo a família, antes de desaparecer, ela também havia comentado que suspeitava estar grávida. A informação ainda depende de confirmação por exames do Instituto Médico-Legal (IML). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A Polícia Civil investiga a morte como feminicídio premeditado. O ex-namorado de Beatriz, Samuel Castro Melo, de 18 anos, e a atual companheira dele, Carla Luza da Silva, de 23, são suspeitos de envolvimento no crime. As prisões dos dois foram convertidas em preventivas nesta quinta-feira (22). Corpo de Beatriz Vitória é liberado à família Trabalho e convivência com os amigos Beatriz trabalhava como vendedora e era lembrada pelos amigos pelo jeito alegre e pela disposição para ajudar. A amiga e empreendedora Andreza Nayad Moreira contou que as duas costumavam trocar mensagens e áudios sobre a rotina. Segundo ela, Bia demonstrava carinho em pequenos gestos: mandava mensagens de bom-dia, perguntava como a amiga estava e fazia elogios. Quando Andreza mostrava as unhas feitas, por exemplo, Beatriz respondia que estavam lindas. Para a amiga, essa era uma das maneiras como a jovem levantava a autoestima de quem estava por perto. “Ela era muito amiga, muito parceira”, afirmou. O irmão, Maxuel, também destacou a presença de Beatriz nos encontros com familiares e amigos. “Minha irmã era uma pessoa muito extrovertida, alegre”, contou. “Toda vez que a gente precisava dela, a gente podia contar com ela.” As lembranças que ele guarda da irmã são de momentos de descontração, com risadas, brincadeiras e música. LEIA TAMBÉM: Dono do restaurante Paladino, em BH, é alvo de mais duas denúncias de assédio contra ex-funcionárias Minas registra quase 128 mil…
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