Quem era Carlos Pereira, soldador que morreu em grave acidente de trabalho no interior de SP
Destaques20/10/2026 às 19:15
]]> Soldador morre e outro fica gravemente ferido após queda em empresa de Aguaí O soldador Carlos Antônio de Jesus Pereira era conhecido pela alegria, generosidade e disposição para ajudar as pessoas. Segundo familiares, era um pai presente, marido companheiro e amigo, considerado o pilar da família. Ele morreu após sofrer uma queda de 3 metros em um grave acidente de trabalho, na empresa Paulispell, em Aguaí (SP), no sábado (17). Ele morava em Mogi Guaçu. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram A família cobra justiça e disse que até o momento a empresa Paulispell não entrou em contato e não ofereceu assistência. “Meu pai era um homem de ferro. Nunca compartilhava tristeza com ninguém, era uma pessoa alegre e divertida. Nunca dizia não, sempre ajudava, independentemente de quem fosse, e nunca guardava rancor de ninguém. Dinheiro nenhum jamais vai trazer meu pai de volta, a gente só quer justiça pelo que foi feito”, contou a filha única, Emily Cassiano Pereira. O velório e enterro foram realizados em Mogi Guaçu, na segunda-feira (19). Nesta terça-feira (20), a empresa divulgou uma nota lamentando o ocorrido, e informou que colabora com as autoridades para esclarecer as circunstâncias do acidente e presta apoio aos familiares. (Veja abaixo) Carlos Antônio com o neto Anthony e a filha Emily; Ele morreu em acidente de trabalho em Aguaí (SP) Arquivo pessoal Família cobra justiça A família de Carlos Antônio cobra esclarecimentos sobre as circunstâncias do acidente de trabalho que causou a morte do soldador. Segundo a filha Emily, os familiares souberam que ele e outro trabalhador estavam em uma gaiola acoplada a uma empilhadeira quando o equipamento tombou. Até o momento, ela afirma que não recebeu informações detalhadas sobre o que aconteceu. Emily também relata que a empresa não procurou a família para oferecer assistência e que os parentes tiveram que arcar com os custos do sepultamento. Segundo ela, a primeira manifestação pública da empresa ocorreu na segunda-feira, dois dias após o acidente, no sábado. A família quer saber se os equipamentos de segurança eram adequados e estavam sendo utilizados, além de esclarecer as condições em que o serviço era…
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