Quem é quem no clã Haidar: família apontada pela PF como chefia de esquema milionário de tráfico com ajuda de policiais em MS
Destaques06/11/2026 às 08:00
]]> Policiais trocavam cocaína por amido para abastecer grupo ligado ao PCC em MS A Operação Ifrit, da Polícia Federal (PF), revelou o suposto papel central do clã Haidar no comando de uma organização criminosa investigada por tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e desvio de cocaína apreendida pela polícia. Entre os comparsas do grupo estariam policiais e até delegado, segundo a PF. Conforme as investigações, a liderança da organização era dividida entre integrantes da mesma família. No centro do esquema estava Maroan Fernandes Haidar Ahmed. Preso no Presídio Federal de Porto Velho (RO), onde cumpre pena por homicídio, Maroan é apontado pelas autoridades policiais e judiciais como um dos principais articuladores e estrategistas da organização criminosa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Conforme relatório policial ao qual o g1 teve acesso, Maroan direcionava recursos para custear a logística do grupo, incluindo a compra e a distribuição de carregamentos de cocaína e skunk. Ele também seria responsável por estruturar redes de proteção policial, mediante o pagamento de propina a servidores cooptados. De acordo com a investigação, Maroan dividia a cúpula decisória da organização com o pai, Bassam Hassan Haidar Ahmed e os tios: Adel Hassan Haidar e Samir Hassan Haidar. Na linha sucessória de comando também figuravam Nasser Hassan Haidar (filho de Bassan) e Adule Vasques Haidar (filho de Adel Hassan). Da esquerda para direita, Adel Hassan Haidar, Adule e Maroan Haidar. Reprodução. Segundo os autos do processo judicial de sequestro de bens e valores, a organização atuava a partir de Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense na fronteira com o Paraguai, e mantinha operações em Campo Grande e em outros estados, como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso. As conexões internacionais se estendiam ao Paraguai, à Bolívia, à Argentina, Peru e até à Espanha e Portugal, conforme a investigação. A hierarquia do clã Haidar Maroan Fernandes Haidar Ahmed: apontado pela investigação como um dos principais líderes operacionais da organização. Mesmo após a prisão e a transferência para o sistema penitenciário federal, registros…
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