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Quem é o chefe do Comando Vermelho em MT beneficiado por advogados em falsificação de decisão judicial

Destaques 28/10/2026 às 14:10
Quem é o chefe do Comando Vermelho em MT beneficiado por advogados em falsificação de decisão judicial
]]> Miro Arcângelo Gonçalves de Jesus, conhecido como Miro Louco Reprodução Miro Arcângelo Gonçalves de Jesus, conhecido como "Miro Louco" e apontado pela polícia como vice-presidente do Comando Vermelho (CV) em Mato Grosso, é citado como possível beneficiário de uma decisão judicial falsificada, segundo as investigações da Operação Reescrita, deflagrada nesta quarta-feira (28), em Cuiabá. Três advogados são investigados por suspeita de envolvimento na produção e apresentação do documento, que poderia favorecer a transferência do preso de uma penitenciária federal para a capital mato-grossense. Os advogados foram identificados como Felipe Augusto Dorilêo de Rezende, Pabline Mayara Barbosa Belfort Medeiros e Gerson Tomé Trevisol. 🔍A Polícia Civil cumpre quatro mandados de busca e apreensão na capital, sendo três em residências e um em um escritório de advocacia. Os investigadores procuram celulares, computadores e documentos que ajudem a esclarecer como o arquivo foi produzido e qual foi a participação de cada suspeito. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Conforme a Justiça, Miro possui 17 condenações, totalizam 93 anos de prisão. A condenação mais recente foi em 2024, quando foi condenado pela morte de Alexandre Emanuel de Jesus, conhecido como Pato, assassinado aos 19 anos, em 20 de outubro de 2015. Agora no g1 A motivação apontada para o crime foi uma dívida de R$ 200. Alexandre teria demorado a pagar o valor, que deveria ser entregue a um subordinado de Miro Louco, que estava preso na Penitenciária Central do Estado (PCE), na época. Como a suposta fraude foi descoberta De acordo com a investigação, em junho de 2025, a defesa de Miro Louco apresentou um pedido para que ele deixasse a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, e fosse transferido para a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Meses depois, em dezembro, dois advogados foram até uma unidade judicial na capital com um documento que aparentava ser uma decisão assinada por um magistrado no mês anterior. Se fosse reconhecida como legítima, a decisão poderia abrir caminho para o retorno do investigado ao sistema penitenciário estadual. A suspeita de fraude surgiu…
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