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Queimadas em Pracuúba alteram paisagem às margens de rodovia no AP; 18 pontos foram mapeados

inicio 24/09/2026 às 17:23
Queimadas em Pracuúba alteram paisagem às margens de rodovia no AP; 18 pontos foram mapeados
]]> Queimadas às margens da BR-156, próximo a Pracuúba Alexandra Flexa/Sema Às margens da BR-156, perto de Pracuúba, o verde da vegetação deu lugar a um cenário marcado pelas cinzas. Queimadas consumiram a paisagem na região dos Lagos. Equipes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) identificaram ao menos 18 pontos atingidos pelo fogo na rodovia e nos ramais que levam às comunidades. Todos os anos, a estiagem transforma a seca em combustível para o avanço das chamas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Com drones, os fiscais registraram imagens de áreas antes cobertas por mata. Hoje, o que se vê é um tapete de cinzas espalhado pelo fogo. O Painel do Fogo, que reúne dados de satélite sobre focos de calor, auxilia no mapeamento. As coordenadas são cruzadas diariamente com registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR). As autoridades se preocupam com a destruição da floresta, a fumaça que sufoca moradores e os animais que vivem na mata e sofrem com o fogo. “Uma simples queimada pode sair do controle e se transformar em um incêndio florestal. É importante buscar orientação para evitar danos ao meio ambiente e à comunidade”, destaca Waciman Teixeira de Lemos, agente de fiscalização ambiental da Sema. A economia de Pracuúba se apoia na pesca artesanal, na agricultura familiar, na pecuária de búfalos e em atividades agroextrativistas. Você sabia? Uma portaria da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) suspendeu totalmente o uso do fogo no Amapá entre 1º de setembro e 30 de novembro de 2026. Durante o período, as autoridades ambientais orientam a população a não queimar lixo, terrenos, quintais ou áreas com vegetação seca. O Corpo de Bombeiros aponta que a BR-156 concentra a maioria das queimadas suspeitas. A rodovia, principal ligação entre municípios, costuma ser tomada pela fumaça. Às margens da BR-156, o capim rasteiro seco favorece a propagação das chamas. Uma faísca pode se espalhar por quilômetros, impulsionada pelo vento. Na floresta, o fogo é mais intenso, mas avança devagar. Já nas áreas de campo, o calor, o capim seco e o vento aceleram a propagação, segundo as autoridades. LEIA TAMBÉM: Focos de calor no AP saltam de 36 para 160…
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