Quadrilha especializada em roubos na Zona Sul possui ligação direta com o CV, diz delegado
Rio de Janeiro23/10/2026 às 06:00
]]> O delegado Alexandre Netto, titular da 14ª DP (Leblon), afirmou, nesta quinta-feira, que a quadrilha especializada em roubos na Zona Sul do Rio, investigada pela tentativa de latrocínio — roubo seguido de morte — contra a arqueóloga Tania Andrade Lima, de 81 anos, tem “ligação direta com o Comando Vermelho (CV)”. Um dos chefes do grupo morreu durante uma perseguição policial em Botafogo, na quarta-feira. Segundo o delegado, a organização criminosa, que possui cerca de 11 pessoas envolvidas nos crimes, escolhe a Zona Sul pelo alto poder aquisitivo dos moradores e das pessoas que circulam pela área. Suspeito de atrair vítimas em apps de encontros, dopá-las, filmá-las e depois exigir dinheiro por vídeos é preso Mulher morre esfaqueada na Baixada Fluminense, e marido é principal suspeito — Já temos conhecimento de pessoas dentro dessa facção que dão suporte para que esse crime aconteça. Então não é uma ação isolada, é uma estrutura bem organizada, bem arquitetada, que tem por objetivo realizar roubos, furtos na região — afirmou o delegado. O delegado explicou que a quadrilha é extremamente organizada, na qual cada integrante possui funções bem definidas. Ele ainda detalhou as tarefas de cada membro do grupo: — Normalmente, essa atuação acontece no primeiro momento com um elemento que vai identificar uma vítima vulnerável, pessoas ou lugares em que essa quadrilha vai atuar. Temos o batedor, que é outra pessoa que vai analisar o caminho que será percorrido, verificando se há blitz, algo utra ação da polícia ou de outra instituição de segurança pública. Os elementos atuam com violência e grave ameaça. Normalmente estão conduzindo uma motocicleta porque é mais fácil se evadir daquela região. Suspeito de roubos na Zona Sul morre após troca de tiros em Botafogo Perseguição policial Na manhã de quarta-feira, Luiz Fernando Rodrigues dos Santos morreu durante uma perseguição da Polícia Civil. Segundo a corporação, o homem era um dos chefes da quadrilha da qual também faria parte o principal suspeito da tentativa de latrocínio — roubo seguido de morte — contra a arqueóloga Tania Andrade Lima. Ele acumulava 27 passagens pela polícia, principalmente por crimes de roubo. A…
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