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PT questiona, na Justiça, suposta falta de isonomia política da Meta na criação artificial de imagens dos dois candidatos à Presidência

Mundo 14/10/2026 às 23:49
PT questiona, na Justiça, suposta falta de isonomia política da Meta na criação artificial de imagens dos dois candidatos à Presidência
]]> Campanha de Lula entra com representação contra Meta no TSE A campanha do presidente Lula acionou o Tribunal Superior Eleitoral contra a Meta, dona do Facebook, WhatsApp e Instagram. Os advogados afirmaram que a empresa não está agindo de forma igualitária em relação às campanhas do petista e de Flávio Bolsonaro, do PL. A coligação afirma que percebeu a diferença de tratamento na ferramenta de inteligência artifical do WhatsApp na noite de terça-feira (13) e nesta quarta-feira (14), pela manhã, entrou com uma representação no TSE. Segundo a campanha de Lula, ferramenta recusou pedidos para criar imagens de propaganda com o nome de Lula e o número 13, mas ceitou solicitações com o nome de Flávio e o número 22. O documento traz uma lista de diferentes imagens vinculadas a Flávio e os posts com a resposta da IA do WhatsApp afirmando que não poderia criar o mesmo para Lula. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia PT questiona, na Justiça, suposta falta de isonomia política da Meta na criação artificial de imagens dos dois candidatos à Presidência Jornal Nacional/ Reprodução De acordo com os advogados, “não apenas a Meta bloqueia qualquer interação generativa com a inteligência artificial, afirmando ‘não consegui gerar a imagem que você solicitou no momento’ ou ‘essa solicitação envolve conteúdo que não posso gerar conforme a regulamentação eleitoral brasileira’, como, por outro lado, gera imagens de conteúdo eleitoral em favor de Flávio Bolsonaro”. No documento, a coligação pede que o TSE determine que a Meta, dona do WhatsApp, derrube qualquer restrição na entrega de conteúdo de Lula e apoiadores, tanto de alcance de conteúdo quanto de criação de imagens de propaganda; e que a Meta compense, em dobro, o alcance das publicações que teriam sido prejudicadas. Em nota, a Meta afirmou que, “em cumprimento com as regras eleitorais do Brasil, proibiu temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles; que foram tomadas medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional…
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