Psiquiatra condenado por crimes sexuais é indiciado por novas denúncias de importunação em Garça
Destaques03/11/2026 às 11:58
]]> Médico psiquiatra Rafael Pascon dos Santos foi condenado a mais de 24 anos de prisão Facebook/Reprodução A Polícia Civil de Garça (SP) indiciou o médico psiquiatra Rafael Pascon dos Santos por duas novas acusações de importunação sexual. Os casos teriam acontecido durante consultas nos meses de abril e junho de 2024. A denúncia foi feita por uma paciente de 52 anos. Segundo a investigação, em um dos episódios, o médico teria abraçado a mulher de maneira prolongada, com contato físico de natureza sexual. No outro atendimento, teria feito perguntas de cunho íntimo. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Em junho deste ano, o médico foi condenado em primeira instância em outro processo a 24 anos e 16 dias de prisão, em regime fechado, pelos crimes de estupro de vulnerável e importunação sexual contra pacientes O novo inquérito foi concluído e encaminhado ao judiciário, para análise do Ministério Público (MP-SP) e demais providências legais. Com essas novas acusações, chega a 11 o número de mulheres que denunciaram o médico por crimes sexuais em Garça. Ele está preso desde outubro de 2025. Ao todo, o médico responde a 34 acusações de importunação sexual e estupro, relacionadas a atendimentos nas cidades de Marília (SP), Garça e Lins (SP). A TV TEM pediu uma nota para a defesa do psiquiatra, mas não obteve respostas até a última atualização desta reportagem. Justiça deu prazo para médico se pronunciar Em outubro deste ano, a Justiça deu prazo de dez dias para a defesa do médico psiquiatra Rafael Pascon dos Santos se manifestar no processo que reúne dez denúncias por crimes sexuais cometidos em Garça. A denúncia apresentada pelo Ministério Público já foi aceita pela Justiça, tornando o médico réu na ação. Durante prazo estabelecido, a defesa não respondeu à denúncia. Justiça dá 10 dias para psiquiatra acusado de crimes sexuais apresentar defesa Rafael está preso desde outubro do ano passado, após a repercussão de uma série de denúncias de pacientes. A condenação de junho é referente à primeira de duas denúncias apresentadas pelo Ministério Público a partir de investigação da Delegacia de Defesa da Mulher de Marília. A decisão da 3ª Vara Criminal…
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