Projeto social dos irmãos Minotauro e Minotouro ensina artes marciais em comunidades para formar 'faixas pretas' na vida
Destaques08/11/2026 às 11:59
]]> Instituto Irmãos Nogueira, dos gêmeos Minotauro e Minotouro, muda a vida de jovens com ensinamentos da luta O Instituto Irmãos Nogueira já ensinou artes marciais a mais de 16 mil crianças e jovens desde que foi fundado, em 2010. Criado pelos campeões de MMA e artes marciais Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro, o projeto usa a luta como ferramenta de transformação social. A proposta é fazer com que valores desenvolvidos durante os treinos, como paciência, disciplina e respeito, ultrapassem os limites do tatame e façam parte do dia a dia dos alunos. “Nossa intenção é que esse menino saia daqui confiante, de alguma forma resiliente. Que ele aguente as pressões do mundo. Mas que ele tenha confiança e siga os caminhos do bem, dos valores. Quando a gente fala sobre honestidade, um juramento todo dia, a repetição vai entrando no subconsciente dele e, quando ele for tomar uma decisão, ele pensa sobre os valores”, disse Rogério Minotouro, presidente do Instituto Irmãos Nogueira. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Alunos do Instituto Irmão Nogueira na Penha, na Zona Norte do Rio Valentina Duprat/ TV Globo Atualmente, o projeto atende 2,4 mil alunos: 1,6 mil no estado do Rio de Janeiro e 800 na Bahia. Crianças e adolescentes de escolas públicas têm aulas gratuitas de jiu-jitsu, muay thai e boxe. Uma das academias fica na Penha, na Zona Norte do Rio. No estado, o projeto também está presente em comunidades e municípios que vão do Jacarezinho, na capital, a Maricá e Macaé. Entre os alunos, alguns sonham em seguir carreira no esporte, enquanto outros já participam de competições. Para eles, porém, os efeitos dos treinos não se limitam ao desempenho esportivo. “O jiu-jitsu me ajudou bastante a controlar minha força, meu equilíbrio, meu caráter como atleta e como pessoa também. Tem criança aqui que sofreu depressão e outras coisas e foi salva pelo jiu-jitsu. Eu sofri muitas coisas, como bullying na escola, e o jiu-jitsu me salvou. Para não brigar na escola, a obedecer aos meus pais. Então, o jiu-jitsu significa mudar vidas e histórias”, contou o atleta Gabriel Silva. O projeto é mantido com recursos de leis de incentivo e convênios. Os professores que…
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