Professora faz post de incentivo a violência sexual contra filhos de eleitores de Lula e é afastada no Marajó
Destaques29/10/2026 às 18:06
]]> Professora compartilha mensagens com incentivo a violência sexual contra filhos de eleitores de Lula no Pará. Reprodução / Redes sociais Uma professora de Melgaço, no Marajó, foi afastada do cargo após publicar mensagens nas redes sociais com conteúdo de violência sexual contra filhos de eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O caso foi confirmado ao g1 nesta quinta-feira (29) pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) do Município. As mensagens publicadas pela professora Marinalva do Carmo Gomes podem configurar conduta criminosa, com enquadramentos na legislação penal brasileira, e também violam os direitos de proteção integral garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Após a repercussão do caso, Marinalva pediu desculpas por meio de uma nota nas redes sociais - (veja a nota ao final). Nas publicações, a professora usou palavras de baixo calão e expressões agressivas para incentivar a violência sexual contra crianças por causa do posicionamento político dos pais. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), em Melgaço, divulgou uma nota de repúdio às declarações. A entidade classificou as manifestações como inadmissíveis e afirmou que elas não representam os profissionais da educação do município. Segundo o sindicato da categoria, as mensagens contrariam os direitos das crianças e dos adolescentes, ferem a integridade de crianças, jovens e famílias e violam princípios constitucionais, o ECA e o Código de Ética do Magistério. O Sintepp também cobrou uma apuração rigorosa e a adoção de medidas legais pelas autoridades competentes, incluindo o Conselho Tutelar, o Ministério Público, a Secretaria Municipal de Educação e os órgãos de segurança. A docente trabalhava em regime de contrato temporário na Escola Municipal de Ensino Fundamental Gervásio Bandeira. De acordo com a Semed, foi aberto um processo de rescisão do contrato por justa causa. Em nota, a secretaria disse que "diante da gravidade dos fatos e da legítima indignação da população, a profissional foi afastada de suas atividades laborativas, enquanto são adotados os procedimentos administrativos e legais necessários à análise da…
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