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Presidente do PL diz que não gostou de carta de teor golpista publicada por Flávio Bolsonaro após derrota para Lula

Rio de Janeiro 29/10/2026 às 13:03
Presidente do PL diz que não gostou de carta de teor golpista publicada por Flávio Bolsonaro após derrota para Lula
]]> O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse nesta quinta-feira que não gostou da carta de teor golpista divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após sua derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. Na primeira versão do documento, publicado depois que o candidato derrotado deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos, Flávio chegou a se autodeclarar “presidente eleito do Brasil”, apesar do resultado das urnas. Entenda: Flávio primeiro se declara 'presidente eleito do Brasil' e depois troca para ‘líder’ em carta de teor golpista Leia também: PF indicia Vorcaro e ex-presidente do BRB e pede prorrogação do inquérito ao STF — Não gostei — afirmou Valdemar, antes de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. — Tenho muitas novidades para contar para ele, como é que está toda a situação, e vai dar tudo certo. A manifestação do presidente do PL ocorre em meio a divergências entre aliados de Flávio sobre a postura adotada pelo senador após a derrota eleitoral. Integrantes do partido vinham defendendo que ele reconhecesse o resultado das urnas e assumisse o papel de principal liderança da oposição ao governo Lula. Na carta, Flávio também agradeceu aos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei. Após a divulgação do documento, uma nova versão foi publicada, substituindo a expressão “presidente eleito do Brasil” por “líder”. A mudança foi atribuída pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio, a um “erro de confecção”. Marinho também afirmou que não havia provas de fraude eleitoral que sustentassem questionamentos sobre o resultado da eleição. A saída de Flávio do Brasil, na última terça-feira, surpreendeu integrantes da própria legenda, que não haviam sido previamente comunicados da viagem. O senador deixou o país depois de ter sinalizado a aliados que permaneceria no Brasil para exercer a liderança da oposição. A carta também foi rechaçada por partidos como União Brasil e MDB, que defenderam o respeito ao resultado das eleições de domingo, reconhecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As manifestações ocorreram após Flávio…
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