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Presa na Bolívia, chefe de facção vai para isolamento para cumprimento de 260 anos de prisão em MT

Destaques 22/10/2026 às 19:49
Presa na Bolívia, chefe de facção vai para isolamento para cumprimento de 260 anos de prisão em MT
]]> Chefe de facção criminosa presa na Bolívia chega em Cuiabá O assassinato de quatro trabalhadores em Nova Monte Verde (MT) está entre os crimes que levaram a chefe de facção Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, a acumular condenações que somam 260 anos de prisão, segundo a Polícia Civil. Além de homicídios, ela já foi condenada por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Recapturada durante um procedimento estético na Bolívia, em setembro deste ano, Angélica chegou a Cuiabá na última terça-feira (20). Ela foi transferida para o Presídio Feminino Ana Maria do Couto, de onde havia fugido em 17 de agosto de 2025, e ficará isolada das demais presas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Angélica possui registros criminais desde os 16 anos. "Desde os 16 anos ela já teve os primeiros registros [criminais] e a partir daí ela foi escalonando na organização criminosa e foi adquirindo a confiança de outros membros", explicou. Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, chega a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Polícia Civil Uma das condenações foi estabelecida em março de 2025, quando Angeliquinha recebeu pena de 99 anos e 11 meses de prisão, em regime fechado, pelo assassinato dos quatro trabalhadores, ocorrido em 2022. Ela também responde a outros inquéritos e processos criminais. Conforme as investigações, Angélica exercia influência sobre atividades criminosas principalmente em Alta Floresta e região, no norte de Mato Grosso. A atuação incluía tráfico de drogas, extorsões e exploração de atividades ilegais em áreas de garimpo. O nome dela também apareceu na investigação que levou à Operação Showdown, realizada pela Polícia Civil em março deste ano. A ação teve entre os alvos o pai, a filha e o genro de Angeliquinha, apontados como integrantes da estrutura de apoio às atividades da organização criminosa. Segundo a apuração, os familiares teriam participado da movimentação de recursos de origem ilícita. Os investigadores identificaram a circulação de mais…
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