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Prédio incendiado na UFPE tinha laboratórios com pesquisas sobre câncer, covid-19 e autismo

Destaques 08/10/2026 às 14:54
Prédio incendiado na UFPE tinha laboratórios com pesquisas sobre câncer, covid-19 e autismo
]]> Estudante da UFPE trabalhava em laboratório quando incêndio iniciou O incêndio na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite da quarta-feira (7), afetou diversos laboratórios que desenvolviam pesquisas no local (veja vídeo acima). Entre os temas pesquisados estavam câncer, a Covid-19 e o transtorno do espectro autista (TEA). Os danos ainda estão sendo levantados pelas equipes dos bombeiros e da instituição de ensino, mas a Reitoria estima prejuízo de R$ 100 milhões. A Polícia Federal investiga se incêndio foi criminoso. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE O prédio atingido pelas chamas é onde já funcionou o Restaurante Universitário e a Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (Dine). Atualmente, o edifício de dois pavimentos abriga centros de pesquisa nas áreas de educação física, biologia e biomedicina. A professora e doutora em Educação Física Melissa Leandro Celestino foi ao local do incêndio na manhã desta quinta-feira (8). Ela, que é servidora da UFPE, era uma das pesquisadoras que usavam um dos laboratórios afetados. Ela e sua equipe desenvolviam pesquisas nas áreas de performance humana, comportamento motor, biomecânica, esportes, saúde, atividade física, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e autismo. O incêndio começou por volta das 19h30, quando alguns pesquisadores ainda estavam no prédio. Os seguranças da UFPE atuaram para alertar e orientar a saída das pessoas. O estudante de Educação Física e pesquisador Vitor Lima presenciou o início das chamas. Ele contou que, no laboratório, diversos equipamentos se perderam. “Estávamos no laboratório, trabalhando normalmente, até que recebemos a visita de um servidor de segurança da universidade, batendo na janela e informando que o fogo tinha começado. Esse prédio comporta diversos tipos de laboratórios, projetos de pesquisa. No nosso caso, trabalhávamos com exercício físico e saúde. Tínhamos computadores, aparelhos de biomecânica e câmeras. Possivelmente tudo isso foi danificado”, disse. Outros estudantes e pesquisadores também foram conferir de perto os estragos feitos pelas chamas. As estudantes Larissa Nascimento, de biologia, e Bianca Souza, de biomedicina,…
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