Polícia prende sobrinhos de Marcinho VP, acusados de integrar rede do CV
Rio de Janeiro29/10/2026 às 14:25
]]> Sobrinhos de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, liderança máxima do Comando Vermelho, foram presos na Operação Cesura, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, nesta quinta. Segundo a polícia, eles faziam parte de uma rede de comunicação da facção criminosa e levariam recados ao tio, preso em Campo Grande (MS). No Recreio: Adolescente denuncia MC Poze por estupro e ameaça Quem é Márcio Poncio, pastor preso que voltou a ser alvo da PF na Operação Unha e Carne Por decisão da 3ª Vara Federal de Campo Grande, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão em Belford Roxo (RJ) e no Rio de Janeiro (RJ). A Justiça também decretou a prisão preventiva do líder da facção. O mandado foi cumprido na própria penitenciária, onde ele seguirá custodiado. VP, mesmo preso em uma unidade de segurança máxima há 19 anos, continuaria exercendo a liderança da facção. Apesar de todo esse tempo atrás das grades, consta em investigações da polícia do Rio que ele segue ditando os rumos facção por meio de intermediários, como advogados e familiares. Da prisão, através dessas redes, ele emitiria ordens aos chefes da facção nas ruas e também nos presídios estaduais. Este mês, Márcia Gama, a mulher de Marcinho VP, e Lucas Santos Nepomuceno, filho do casal e irmão do MC Oruam, também foram presos. A Operação Backbone, da Polícia Federal, que investigou o monopólio imposto pelo Comando Vermelho (CV) sobre o fornecimento de internet em comunidades do Rio. Márcia é apontada em investigações anteriores como um dos elos de comunicação da facção entre o sistema prisional e integrantes fora dos presídios. Lucas, conhecido como Lucca, foi investigado por suspeita de administrar recursos financeiros ligados à lavagem de dinheiro do grupo. Já a operação desta quinta, 29 de outubro, foi conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso do Sul (Ficco/MS) com o Grupo Nacional de Apoio ao Enfrentamento ao Crime Organizado do MPF (Gaeco Nacional). De acordo com a investigação, visitantes teriam levado ao "parlatório do presídio federal mensagens de integrantes da cúpula da facção em liberdade". Entre eles está uma das…
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