Polícia investiga denúncia de ataques racistas e religiosos contra adolescente em BH após eleição
Destaques30/10/2026 às 22:03
]]> Prisões foram efetuadas por policiais do Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família Reprodução TV Globo A família de uma adolescente de 13 anos procurou a polícia para denunciar ataques racistas, de cunho sexual e de intolerância religiosa feitos contra a menina nas redes sociais após o segundo turno da eleição presidencial. Bolsista de uma escola particular na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, a estudante teria recebido mensagens de texto e áudios enviados pelo perfil de um colega de sala, segundo o boletim de ocorrência. A Polícia Civil investiga o caso. Os ataques começaram na noite de domingo (25), depois do término da votação. A mãe registrou a ocorrência na terça-feira (27). Segundo ela, além do colega, um amigo dele e uma terceira adolescente teriam participado das agressões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A mãe, que terá a identidade preservada, cobrou rapidez na apuração do caso e destacou que a filha continua frequentando o colégio. “Justiça, que tenham pressa, até porque minha filha está na escola”, afirmou. Agora no g1 Nos áudios, há ofensas com referências a religiões de matriz africana, além de ataques à condição financeira da vítima e insultos aos pais e à avó dela. Em uma das gravações, um dos envolvidos afirma que a própria casa vale R$ 10 milhões, "mais que sua alma inteira". As mensagens também fazem referência ao apoio da estudante ao presidente Lula (PT) e contêm xingamentos e expressões de teor sexual. Segundo o boletim de ocorrência, a mãe relatou ainda ameaças à integridade física da filha e pediu providências à Polícia Civil. Em nota, a instituição afirmou que os fatos estão sendo apurados pelo Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam). Ataques anteriores O advogado da família, Victor Alves, afirmou que há relatos de outras agressões contra a adolescente. “Há relatos de que a criança já sofria outros ataques antes, mas foi a primeira vez que a responsável procurou a polícia”, disse. Segundo ele, a família também buscou a instituição de ensino. “A família procurou o colégio e, a partir da reunião com o colégio, vamos ter mais posicionamentos…
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