Polícia Civil instaura investigação sobre caso de mais de 100 pessoas que deixaram casa de acolhida, na PB
Destaques26/10/2026 às 21:36
]]> Pacientes de clínica para dependentes químicos são deixados em granja em Santa Rita (PB) A Polícia Civil da Paraíba confirmou que instaurou um procedimento de investigação sobre o caso em que mais de 100 pessoas que deixaram uma casa de acolhida em Santa Rita, na Grande João Pessoa, e parte do grupo passou a noite em um posto de combustíveis às margens da BR-230, na Paraíba. A informação foi dada ao g1 nesta segunda-feira (26). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O delegado responsável, Márcio Pereira, disse que a corporação está em diligências sobre o caso, mas que a investigação segue em segredo de justiça e, por isso, novas informações não seriam divulgadas. Em paralelo, outro órgão que está acompanhando o caso é o Ministério Público da Paraíba (MPPB) órgão disse que as pessoas abrigadas no local foram encaminhadas para os lugares de origem, na Paraíba, em Pernambuco e Sergipe. O MP disse ainda que o promotor de Justiça Francisco Lianza se reuniu, nesta sexta-feira(23), com a secretaria de Assistência Social e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Santa Rita. A nota afirma que a promotoria aguarda o relatório que está sendo feito pela secretaria de Assistência Social de Santa Rita para definir os próximos passos do Ministério Público na apuração do caso. Mãe relata ida à Paraíba para buscar filho no local A mãe de uma das pessoas acolhidas em instituição de reabilitação viajou cerca de 10 horas para encontrar o filho, que integra parte do grupo de internos que deixou granja em Santa Rita, na Grande João Pessoa, e passou a noite em um posto de combustíveis às margens da BR-230. À TV Cabo Branco, mulher relatou que não foi informada pelos responsáveis e que encontrou filho em situação precária. A mulher que trabalha como lavradora no município de Itabaiana, em Sergipe, relatou à TV Cabo Branco que enviava R$ 1500 reais por mês para manter o filho na casa de acolhimento. Além disso, ela também enviava itens pessoais, como roupas e chinelo. "Mas ele está aqui numa situação precária descalço, sofrendo com fome e com sede", disse. A mãe do interno disse ainda, que foi avisada pela mãe de outra pessoa acolhida…
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