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Polícia apreende machado com sangue em casa de idoso morto em Rorainópolis; irmão foi preso

Destaques 30/10/2026 às 15:58
Polícia apreende machado com sangue em casa de idoso morto em Rorainópolis; irmão foi preso
]]> Justino Henrique Pereira tinha 79 anos e era morador de Rorainópolis, no Sul de Roraima Arquivo pessoal A Polícia Civil encontrou marcas de sangue na sala, na cozinha e em um machado na casa de Justino Henrique Pereira, de 79 anos, encontrado morto na última quarta-feira (28) em uma chácara de Rorainópolis, região Sul de Roraima. O irmão da vítima, Procópio José Brito de Oliveira, de 80 anos, foi preso em flagrante pelo crime. O g1 tenta contato com a defesa do suspeito. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A audiência de custódia de Procópio na Justiça estava marcada para a manhã desta sexta-feira (30), mas foi adiada, pois ele passou mal enquanto estava detido na delegacia e precisou ser levado às pressas para o hospital do município. Ele aguarda alta médica para concluir o procedimento. As marcas de sangue achadas pela polícia indicam que a violência começou dentro da residência de Justino. O corpo dele foi achado com machucados e queimaduras a cerca de 80 metros da casa, na plantação de cacau da família. Ao lado do corpo, a perícia recolheu a tampa de um galão de combustível. Familiares reconheceram que o recipiente pertencia à casa de farinha da própria chácara. Após testemunhas serem ouvidas, o caso, inicialmente registrado como homicídio simples, passou a ser tratado como homicídio qualificado com emprego de fogo, meio insidioso ou cruel. Entenda mais abaixo. Possível homicídio qualificado O filho da vítima, de 47 anos, relatou à Polícia Militar que o pai havia sido ameaçado pelo irmão na terça-feira (27), um dia antes de ser encontrado morto. Ele também contou que Procópio já havia avisado aos familiares que cometeria o crime, mas as ameaças não foram levadas a sério. Outras testemunhas disseram que Procópio apresentava comportamento agressivo e falas desconexas há cerca de três meses. Ele dizia aos moradores da região que andava com uma arma cortante e chegou a ameaçar um vizinho, afirmando que o mataria caso ele "olhasse para a cara dele". As testemunhas reforçaram que, ao contrário do irmão, Justino era um morador pacífico e vivia na região há 10 anos sem desavenças com nenhum outro morador. Dias antes do crime, durante uma…
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