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‘Poder à Prova’: JN vai ao Texas para mostrar como a imigração e a inteligência artificial têm mobilizado o eleitor americano

Destaques 31/10/2026 às 01:54
‘Poder à Prova’: JN vai ao Texas para mostrar como a imigração e a inteligência artificial têm mobilizado o eleitor americano
]]> Imigração e inteligência artificial serão decisivos na eleição para o Congresso dos EUA No terceiro episódio da série especial sobre a eleição para o Congresso americano, o Jornal Nacional viajou até o Texas. Lá os nossos correspondentes mostram que dois assuntos têm mobilizado o eleitor: a imigração e a inteligência artificial. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Era um domingo especial na Igreja Presbiteriana de Austin, no Texas. Dia da Comunhão Mundial. Igrejas do mundo todo celebravam as diferentes culturas unidas pela fé. O pastor explicou para as crianças: "Todos esses panos de cores diferentes nos ajudam a lembrar das pessoas do mundo inteiro que também fazem parte da família de Jesus". Viver mundos diferentes. É assim que a Daisy se sente morando na fronteira com o México. Em Brownsville, todo mundo é meio americano, meio mexicano. "Somos uma comunidade muito única. Fomos criados com o inglês na escola e o espanhol em casa. O resultado é que falamos o 'spanglish'", conta Daisy. Mas esses dois mundos já estiveram mais próximos. "Esse muro é o símbolo de uma das principais bandeiras de campanha do presidente americano, Donald Trump: o combate à imigração ilegal. O número de travessias aqui na fronteira até caiu, mas as operações do ICE, a polícia de imigração em grandes cidades, geraram uma sensação, na maioria dos americanos, de que o governo foi longe demais", diz o correspondente Nilson Klava. "Minha filha chegou em casa da escola perguntando o que era o ICE, se eles podem levar a gente. Eu respondi: 'A gente não, mas outros parentes sim'", conta Daisy. A Daisy tem cidadania americana. Mas muitos latinos que estão há anos nos Estados Unidos, não. Hoje, entre latinos com situação regular e irregular, são 70 milhões vivendo no país - 1/5 da população americana. Os que podem votar formam um grupo fundamental em uma eleição. E na última, muitos votaram em Donald Trump. "Ele deu muitos estímulos econômicos no primeiro governo. Naquela época, ele fazia comentários anti-imigração, mas nunca tomou nenhuma ação concreta. Isso foi neste governo. E agora, sim, nos sentimos vigiados demais, com medo, sem voz", afirma Daisy. JN…
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