PM morto em tiroteio entre policiais na Gardênia Azul era irmão de sargento morto na megaoperação da Penha
Destaques12/10/2026 às 03:00
]]> Gláucio (E), morto na Gardênia Azul, era irmão de Heber, que morreu na megaoperação da Penha há cerca de 1 ano Reprodução O subtenente da Polícia Militar Glaucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, morto em um tiroteio entre policiais na manhã deste domingo (11), na Gardênia Azul, na Zona Sudoeste do Rio, era irmão do sargento Heber Carvalho, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), morto durante a megaoperação no Complexo da Penha há quase um ano. A ação foi considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro, com mais de 120 mortos. Glaucio também integrava o Bope. Ele chegou a ser socorrido após ser baleado no confronto, mas não resistiu. Outros cinco policiais ficaram feridos na ocorrência. Segundo a Polícia Militar, agentes do Bope abordavam um carro quando policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) viram a movimentação e, por causa da escuridão no local, confundiram os colegas com criminosos e atiraram. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e a Corregedoria Interna da Polícia Militar, por meio da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2ª DPJM), investigam as circunstâncias do confronto. ✅ Siga o canal de notícias do g1 Rio no WhatsApp Cinco policiais ficaram feridos Vídeo mostra como ficou viatura da PM após confronto de agentes Os agentes feridos neste domingo (11) foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Quatro deles são do Bope e um pertence ao 18º BPM. De acordo com a direção da unidade, dois policiais já haviam recebido alta médica. Outros dois passaram por cirurgia e apresentavam quadro de saúde estável. A ocorrência aconteceu na região do Beco do Saci. Segundo informações da polícia, agentes do 18º BPM receberam relatos de que homens armados estariam na Rua Guilherme Moreira. Quando chegaram ao local, o tiroteio começou. Testemunhas afirmam que os policiais dos dois batalhões não se reconheceram durante o patrulhamento. Viaturas descaracterizadas também eram utilizadas na região. Uma viatura do batalhão de Jacarepaguá ficou com diversas marcas de tiros. Imagens feitas após o confronto mostram sangue e cápsulas de munição no chão. A Rua Guilherme Moreira estava fechada na manhã deste domingo. Por volta…
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