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Plenário do TSE vai analisar caso Garotinho nesta quinta e pode definir rumo das eleições no Rio

Mundo 07/10/2026 às 00:06
Plenário do TSE vai analisar caso Garotinho nesta quinta e pode definir rumo das eleições no Rio
]]> O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai analisar nesta quinta-feira (8) o caso envolvendo a candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo do Rio de Janeiro e pode definir o rumo das eleições no estado. Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes vão disputar o 2º turno da eleição para o governo do RJ. O resultado, no entanto, ainda será ratificado pelo próprio TSE: se o colegiado decidir por invalidar os votos de Garotinho, Ruas vencerá no 1º turno (entenda impasse mais abaixo). LEIA TAMBÉM: Sem votos de Garotinho, Ruas venceria no 1º turno; entenda impasse no RJ Na segunda-feira (5), a defesa de Garotinho protocolou no TSE um termo de desistência do recurso ordinário eleitoral que discutia o registro da candidatura. O processo está sob relatoria do ministro Floriano de Azevedo Marques. No documento, a defesa de Garotinho afirmou que a decisão do candidato é “livre, expressa, consciente e irretratável”. TSE vai decidir resultado da eleição para o governo do Rio Os advogados citaram o artigo 998 do Código de Processo Civil e sustentaram que Garotinho podia desistir do recurso a qualquer momento, sem necessidade de concordância das demais partes. Nesta terça-feira (6), a coligação "Juntos para Mudar, Coragem para Reconstruir", do candidato Eduardo Paes (PSD), entrou com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir que o segundo turno nas eleições do RJ seja confirmado mesmo após desistência de Anthony Garotinho (Republicanos). "O que não se pode admitir, data venia, é que o efeito do indeferimento seja produzido pelo próprio candidato, em prejuízo da coletividade fluminense, em particular daquela parcela que nele votou confiando que estava apto para participar do processo eleitoral", afirma. Paes argumenta ainda que Garotinho participou do processo eleitoral com todas as prerrogativas de um candidato; recebeu recursos públicos de campanha; ocupou o horário eleitoral gratuito; participou de debates; teve o nome e o número na urna e recebeu a devida votação como candidato. O ex-prefeito do Rio afirma ainda que Garotinho "se manteve candidato enquanto a sua candidatura servia para disputar votos com uma das candidaturas adversárias, e…
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