← Voltar ao portal
Jovem Rio News

PIX, blindagem e sistemas de inteligência: como policiais suspeitos estruturaram desvio de cocaína apreendida em MS

inicio 25/09/2026 às 16:15
PIX, blindagem e sistemas de inteligência: como policiais suspeitos estruturaram desvio de cocaína apreendida em MS
]]> PIX, blindagem e sistemas de inteligência: como policiais suspeitos estruturaram desvio de Policiais suspeitos de envolvimento com o tráfico rastreavam carregamentos de cocaína, monitoravam depósitos e usavam a estrutura da segurança pública para apreender drogas que, segundo a investigação, eram depois revendidas a traficantes. As informações estão em um relatório do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) obtido pelo g1. O esquema é alvo da Operação Infiltrados, deflagrada nessa quinta-feira (24), em Campo Grande, Dourados e Terenos. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), o esquema envolvia policiais civis (entre eles um delegado), militares e um penal. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Segundo a investigação do Gaeco, a organização funcionava sob a “chancela institucional” do delegado Hoffman D'Ávila Cândido e Sousa, que comandava a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), responsável pelo combate ao tráfico de drogas. O advogado Amilton Ferreira, que faz a defesa do delegado, disse que vai comentar o caso após ter acesso aos autos. Conforme o grupo do MP, o grupo tinha funções divididas: Alguns integrantes levantavam informações sobre carregamentos; Policiais rastreavam e apreendiam as drogas; Outros recebiam e revendiam o material desviado; E havia ainda quem movimentasse o dinheiro. Policiais investigados pelo Gaeco Reprodução/Redes sociais O g1 procurou as defesas de todos os suspeitos citados. Sidneia Tobias, que representa os policiais civis alvos da operação, disse que não vai se manifestar porque ainda não teve acesso aos autos. As defesas dos demais investigados não foram localizadas até a última atualização desta reportagem. A investigação detalha a divisão de tarefas entre policiais, traficantes e outros integrantes do grupo. Segundo o Gaeco, Lucas da Silva dos Santos, conhecido como LK, fez transferências de dinheiro diretamente para um policial investigado. Os investigadores também encontraram conversas sobre pagamentos a agentes por cocaína, fotos de dinheiro e drogas e negociações envolvendo entorpecentes apreendidos. O advogado Tiago Bunnig, que…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.
Ler matéria completa na fonte → Página inicial