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Piloto que morreu após ultraleve cair em rio não possuía habilitação para este tipo de aeronave, aponta Cenipa

Destaques 16/10/2026 às 14:58
Piloto que morreu após ultraleve cair em rio não possuía habilitação para este tipo de aeronave, aponta Cenipa
]]> Queda de ultraleve em Pereira Barreto mata piloto e deixa passageiro ferido O piloto que morreu na queda de um ultraleve no Rio Tietê em fevereiro de 2024, em Pereira Barreto (SP), não possuía habilitação para voar este tipo de aeronave. A informação consta no relatório final divulgado na quarta-feira (14) pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB). O piloto e dono de uma oficina de motos em Sud Mennucci (SP), Rosivaldo Mendes da Silva, à época com 38 anos, morreu. Um passageiro foi socorrido com ferimentos graves e sobreviveu. De acordo com o documento, o ultraleve apresentava uma série de irregularidades que contribuíram para o acidente. Entenda abaixo. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Piloto morreu em queda de ultraleve em Pereira Barreto (SP) Reprodução O Cenipa verificou que a aeronave era do tipo anfíbia e o piloto não possuía a habilitação Aerodesportiva de Asa Fixa Aquática ou Anfíbia (AAFA), que é específica. Contudo, relatos apurados pelo órgão indicam que Rosivaldo pilotava aeronaves aerodesportivas há pelo menos 15 anos. 🔎A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) prevê nove categorias de habilitação para pilotos de aeronaves aerodesportivas, além de uma específica para instrutores de voo, conforme a Instrução Suplementar IS nº 61-004. O piloto obteve em janeiro de 2010 o Certificado de Piloto Desportivo (CPD), o qual era válido até janeiro de 2013. Portanto, ele ficou mais de uma década com o Certificado de Piloto Desportivo (CPD) fora do período de vigência, o que indica costume de operar em desacordo com os requisitos regulamentares. Ele iniciou a transição para obter o Certificado de Piloto Aerodesportivo (CPA) e a habilitação para aeronaves anfíbias em junho de 2023. Oito meses depois, ocorreu a queda. Além disso, a Caderneta Individual de Voo (CIV) digital não estava atualizava e continha apenas 12 horas e 40 minutos de voo registrados. Queda de ultraleve em Pereira Barreto (SP) Divulgação Detalhes do relatório A investigação técnica revelou uma série de irregularidades que contribuíram para a queda. Apesar do histórico na aviação,…
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