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Pesquisa mostra que quase metade dos brasileiros já passou por situações engraçadas ou constrangedoras durante o sexo

Rio de Janeiro 30/10/2026 às 07:30
Pesquisa mostra que quase metade dos brasileiros já passou por situações engraçadas ou constrangedoras durante o sexo
]]> Uma pesquisa feita pelo Sexlog, rede social de sexo e swing da América Latina, mostrou que nem tudo sai como planejado na hora H. Segundo um levantamento, quase metade (49%) dos brasileiros ouvidos pela rede social já passou por uma situação engraçada ou constrangedora durante o sexo. A pesquisa ouviu mais de dois mil usuários e o retrato que aparece é o de um sexo bem distante da perfeição dos filmes. Entre as atrapalhadas ou coisas engraçadas que aconteceram, a cãibra é a campeã isolada. 40% citam a dor, torção ou outro desconforto físico causado por posições que acabam exigindo mais preparação do que o imaginado. Em seguida, aparecem as interrupções e os flagras, seja por alguém, pelo celular ou até mesmo por um animal de estimação — 26%. Os barulhos indesejados fecham o pódio, com 20%, e o pum responde sozinho por 15%. A ausência de ereção vem em seguida com 19%, seguido por problemas com a camisinha ou com algum acessório sexual (18%). 12% dos relatos dizem já ter derrubado algo ou batido em algum móvel durante o ato. Mesma fatia de quem já chamou a pessoa pelo nome errado. Fechando a lista, 9% erraram a posição ou tentaram uma acrobacia que não deu certo. Para quase metade dos participantes (48%) as atrapalhadas ocorreram em um encontro casual, e 39% com o parceiro ou a parceira fixa. O motel aparece como cenário em 22% dos casos, e 18% aconteceram em uma experiência a três ou com mais pessoas. A idade também interfere no tipo de atrapalhada. Entre os mais jovens de 18 a 24 anos, os micos que mais se destacam são as acrobacias que deram errado (22%, mais que o dobro da média geral, de 9%) e o pum (20%, contra 15% no total). Já a cãibra chega ao pico na faixa dos 25 aos 34 anos, quando atinge 47% dos entrevistados. O que fazer quando isso acontece? A reação mais comum, citada por um em cada três, é cair na risada e seguir em frente. Depois vêm ficar com vergonha e tentar disfarçar, transformar a situação em uma história para contar, ver o parceiro rir junto e ajudar a levar na brincadeira e, por fim, ficar constrangido, mas conseguir retomar. Entre as respostas menos citadas está deixar o clima esfriar e desistir do ato sexual. Quando perguntados sobre…
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