Pesquisa da Unesp identifica substâncias tóxicas em 95% dos resíduos para reciclagem em Sorocaba
Destaques22/10/2026 às 10:24
]]> Pesquisa encontra substâncias tóxicas em 95% do lixo reciclável Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Sorocaba (SP), identificaram substâncias tóxicas em 95% das 207 amostras de resíduos de reciclagem analisadas. Em 13 amostras, a concentração dos contaminantes ultrapassou o nível considerado mais preocupante. O estudo investigou a presença de retardantes de chama bromados, substâncias adicionadas a produtos para dificultar a propagação do fogo. Segundo os pesquisadores, esses compostos podem provocar danos à saúde, incluindo alterações nos sistemas hormonal e reprodutivo, e alguns estão associados ao desenvolvimento de câncer. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A preocupação é que os contaminantes permaneçam nos materiais mesmo depois do descarte e possam retornar ao ciclo produtivo por meio da reciclagem, chegando a novos produtos ou ao meio ambiente. LEIA TAMBÉM Outubro rosa: técnica em silicone reconstrói aréolas e resgata identidade de mulheres Idosa completa 100 anos e revela segredo da longevidade: 'Dança e um copinho de vinho' Festival de teatro infantil reúne seis espetáculos e companhias de todo país em Sorocaba O estudo foi conduzido durante cinco anos por pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia da Unesp, em Sorocaba, em parceria com a Universidade de Birmingham, no Reino Unido. As amostras foram coletadas em um centro de desmanche de veículos, um aterro sanitário e associações de reciclagem. Entre os materiais analisados estavam pedaços de espuma, plástico, isopor e componentes eletrônicos. Substâncias tóxicas são encontradas em 95% dos resíduos destinado a reciclagem em Sorocaba Reprodução/TV TEM Depois da coleta, os resíduos foram separados e triturados. Os pesquisadores utilizaram solventes para extrair os contaminantes e identificar as substâncias presentes em cada material. André Henrique Rosa, professor e coordenador da pesquisa, explica que os retardantes de chama são incorporados a produtos para reduzir a propagação das chamas, mas podem representar riscos à saúde. “São (substâncias) cancerígenas, podem provocar câncer de tireoide, mamas, intestino, testículos, fígado, enfim.…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.