Perseguição a carro que participou de assalto a idosa no Leblon termina com suspeito morto em Botafogo
Rio de Janeiro21/10/2026 às 14:41
]]> Um suspeito morreu baleado após atirar e fugir de policiais civis da 14ª DP (Leblon) durante perseguição, na manhã desta quarta-feira, na Rua São Clemente, em Botafogo. Segundo as primeiras informações da polícia, ele estava num carro que participou da tentativa de assalto que deixou uma arqueóloga baleada no Leblon, também na Zona Sul, na semana passada. Identificado como Luiz Fernando Rodrigues dos Santos, ele foi levado ao Hospital municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos, de acordo com o RJTV. A ação aconteceu em uma área de grande movimento, por volta das 10h30, próximo a escolas e a pouco mais de 100 metros do Palácio da Cidade. Perseguição e sete tiros de fuzil: Entenda como secretário de Queimados foi morto na Avenida Brasil Na Avenida Brasil: 'Não aceito mais essa história de despreparo', diz coronel da PM sobre morte de secretário de Queimados Uma mulher que estava no carro com o suspeito foi ferida por estilhaços. Ela também foi socorrida para uma unidade de saúde. Ainda de acordo com o RJTV, o homem tinha 27 passagens pela polícia e seria integrante de uma quadrilha que praticava assaltos na Zona Sul do Rio. Na perseguição, o suspeito chegou a jogar o carro contra uma viatura e teria disprado um tiro na direção dos policiais, que revidram. Na sequência o veículo perseguido colidiu com um outro carro que passava pelo local. O motorista do carro atingido não se feriu e foi levado para a delegacia para prestar depoimento. Por causa da ocorrência policial, a Rua São Clemente tem uma faixa interditada, informou o Centro de Operações e Resiliência (COR), da prefeitura. O bloqueio é na altura da Rua Matriz. Neste momento, segundo o COR, o trânsito tem retenções a partir da Rua Muniz Barreto. Como alternativa para os motoristas que trafegam para o Humaitá, o COR indica as ruas Mena Barreto e Visconde de Silva. O carro suspeito é perseguido por viaturas da polícia civil Reprodução/TV Globo Rosiane Ferreira, de 24 anos, estava na Praça Tião Belo, acompanhada de duas colegas, quando ouviu os disparos. A monitora de van escolar conta que, por medo, se escondeu atrás de uma das árvores e esperou alguns minutos antes de tentar entender o que…
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