Pedreiro de túmulos há mais de 60 anos mantém tradição herdada da família no interior de SP
Destaques02/11/2026 às 10:10
]]> Pedreiro de túmulos há mais de 60 anos mantém tradição herdada da família em SP Feriado nacional desde 2002, o Dia dos Finados, celebrado nesta segunda-feira (2), tem a origem na Igreja Católica Apostólica Romana, no ano de 998 d.C, ainda na Idade Média. Segundo o Vaticano, a data estabelecida pelo abade francês Odilo de Cluny é uma homenagem a todos os mortos. No interior paulista, a tradição de homenagear aqueles se foram faz parte da rotina do Edson Figueira, de 83 anos, há mais de meio século. São 61 anos de trabalho como pedreiro de sepultamento em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Edson Figueira, conhecido como 'Raposa', assumiu o ofício do pai e do tio como pedreiro de túmulos Marcos Pellegatti/TV TEM Em entrevista ao g1, ele conta ter assumido o lugar do pai e do tio quando iniciou na função aos 22 anos, além de se tornar referência na cidade para aqueles que enterram seus entes queridos. “Meu tio trabalhou no cemitério, daí meu pai começou a trabalhar lá. Ele parou e eu continuei”, afirma o idoso que é conhecido na cidade pelo apelido de Raposo. LEIA TAMBÉM Sérgio Reis fala sobre projeto com Almir Sater e descarta parar aos 86 anos: 'Seria traição' Casarão centenário com 12 cômodos e torre de água vira cafeteria no interior de SP Montanha russa aquática, piscina de surfe e praia artificial: o que tem no 3º parque aquático mais visitado do mundo em SP Com tantos anos de experiência, ele explica que criou uma relação com os moradores do município. Segundo Edson, as pessoas criam intimidade e até mesmo entram primeiro em contato com ele quando parentes morrem, antes mesmo de ir atrás da parte burocrática dos enterros. “Quando morre uma pessoa da família, antes de ir no cemitério, eles já vão lá em casa para perguntar do túmulo”, destaca. Pedreiro de túmulos há mais de 60 anos mantém tradição herdada da família em Santa Cruz do Rio Pardo, SP Marcos Pellegatti/TV TEM Com uma média de 30 a 35 sepultamentos por mês, o pedreiro se adaptou ao modelo de trabalho conforme envelhecia. Por dominar a área há 61 anos, atualmente ele atua como um administrador. “Hoje eu mais administro os serviços dos pedreiros…
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