Pediatra que morreu em Goiânia sentiu dores fortes quando se preparava para ir à confraternização de residentes, conta irmã
Destaques22/10/2026 às 12:50
]]> Pediatra dedicou 30 anos à medicina A médica Katiuscia Faria Alves de Oliveira, de 52 anos, que morreu após passar mal em Goiânia, sentiu dores fortes quando se preparava para ir a uma confraternização de colegas residentes, segundo a irmã, Janaína Faria. Em entrevista ao g1, ela contou que acompanhou a pediatra quando ela procurou atendimento médico de urgência logo após o surgimento dos sintomas. "Ela estava se preparando para ir ao almoço de confraternização dos médicos residentes. Tinha dado plantão na noite anterior, mas não reclamou de nada", contou a irmã. Pediatra deu plantão horas antes de passar mal e morrer em Goiânia, diz hospital Segundo Janaína, o quadro evoluiu com rapidez, sem que houvesse resposta às medicações administradas no hospital. "Ela só reclamou da dor no sábado, foi tudo muito rápido. Eu estava com ela no hospital e ela estava comigo quando teve a parada. Ela estava com muitas dores no estômago, tão fortes que a medicação que deram para ela não estava fazendo efeito. De repente, do nada, ela teve a parada e não voltou", desabafou Janaína. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Katiuscia morreu no último sábado (17) após passar mal e sofrer uma parada cardiorrespiratória súbita no Hospital Santa Helena, em Goiânia. Segundo a Maternidade Nascer Cidadão, na capital, onde trabalhava havia anos, a pediatra cumpriu seu último plantão na unidade na noite de sexta-feira (16), horas antes de passar mal. Médica Katiuscia Faria Alves de Oliveira dedicou 30 anos à medicina Arquivo Pessoal/Janaina Faria Janaína contou que a equipe médica realizou manobras de reanimação, mas a pediatra não resistiu. Ela destacou ainda que Katiuscia não tinha histórico de doenças prévias e mantinha os exames em dia. "Ela não era hipertensa, tinha feito uma bateria de exames recentemente e nada de errado", afirmou. Dedicação à medicina De acordo com Janaína, a irmã se formou aos 22 anos e dedicou três décadas à medicina e à assistência a recém-nascidos em estado grave. Além da carreira consolidada em UTIs neonatais, a dedicação da médica às famílias ultrapassava os limites dos consultórios e hospitais. "Ela ajudava tanta gente. Quando tinha consultório,…
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