Passos proíbe uso de abraçadeiras de nylon em castrações de animais e prevê multa de R$ 2,5 mil
Destaques02/11/2026 às 10:29
]]> Passos proíbe uso de abraçadeiras de nylon em castrações de animais e prevê multa Uma lei municipal de Passos passou a proibir o uso de abraçadeiras de nylon, conhecidas popularmente como “enforca-gatos”, em cirurgias de castração de animais domésticos. A norma já foi sancionada e prevê multa de R$ 2,5 mil para quem descumprir a regra. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A legislação vale tanto para clínicas públicas quanto para clínicas privadas. Os estabelecimentos terão cerca de 90 dias para se adequar às novas exigências. Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao Fundo Municipal de Proteção Animal. A discussão sobre o tema ganhou força após a morte da cadela Kiara, em Três Corações. O caso envolve a investigação do uso desse tipo de material durante uma cirurgia de castração. Cadela castrada pelo serviço municipal morreu após uso de abraçadeiras de nylon em Três Corações Reprodução EPTV A nova lei determina o uso exclusivo de materiais considerados adequados para esse tipo de procedimento veterinário. Em entrevista, a médica veterinária Ana Flávia Silva dos Santos explicou os riscos do uso das braçadeiras de nylon em cirurgias. “Primeiramente, reforçar que o nome popularmente conhecido do material é enforca-gato. É um termo extremamente pejorativo, um termo popularmente conhecido das braçadeiras de nylon. E vale relembrar que é um material que não é para essa finalidade, ele é um material que não é estéreo, então ele pode causar vários danos no abdômen do animal. Onde ficam os ligamentos são órgãos importantes, que estão próximos, então pode causar lesões importantes, pode levar a processos inflamatórios, fístulas, sepsemia, até mesmo o óbito do animal”, afirmou. Questionada sobre a frequência da prática, Ana Flávia disse não ter encontrado o uso do material ao longo de sua trajetória profissional, com exceção de um caso atendido por ela. “Eu estou há seis anos no exercício da profissão e, graças a Deus, eu não tive contato com esse material e não vi colegas tendo contato com esse material. Exceto uma vez que eu acompanhei um caso de um atendimento na clínica onde eu trabalhava, que uma cadela chegou com bastante dor…
Este resumo é uma curadoria do Jovem Rio News. A matéria completa pertence à fonte original indicada acima, que deve ser acessada para leitura na íntegra e referência jornalística.