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Jovem Rio News

Parar de apostar melhorou as finanças de 52% dos ex-jogadores, aponta pesquisa

Rio de Janeiro 05/10/2026 às 14:38
Parar de apostar melhorou as finanças de 52% dos ex-jogadores, aponta pesquisa
]]> Uma pesquisa nacional realizada pela fintech de crédito meutudo revelou que a decisão de abandonar as plataformas de apostas traz impactos diretos e positivos para o bolso da população. Venda de carros novos bate recorde em setembro, com 509 mil emplacamentos Proibição das bets: prazo para retirada voluntária de saldos por apostadores acaba nesta segunda-feira Segundo o levantamento, realizado em fevereiro de 2026, 52% dos entrevistados que deixaram de apostar conseguiram organizar melhor as suas finanças pessoais logo após tomarem essa atitude. Dias chuvosos impactam vendas na internet: de minisecadores de sapatos até capas de chuva para pets O estudo foi realizado com pessoas de todo o Brasil e tinha o objetivo de entender a relação real dos consumidores com as plataformas e os reflexos práticos no planejamento doméstico. O mito da renda extra e o comprometimento da renda Para 48% dos apostadores ativos consultados, a prática é encarada principalmente como uma forma de conseguir um dinheiro extra no fim do mês. Embora 62% desse público afirme destinar um valor de até 50 reais mensais para essa finalidade e 58% garantam que costumam definir um limite financeiro prévio, a frequência de participação chama a atenção. Os dados apontam que 35% dos usuários ativos realizam apostas de forma semanal. Essa rotina e a expectativa contínua de lucros acabam, muitas vezes, esbarrando no pagamento de despesas básicas das famílias. A pesquisa identificou que 31% dos participantes já utilizaram recursos que estavam previamente destinados a outras finalidades essenciais simplesmente para realizar apostas. O impacto invisível entre os jovens adultos O cenário de desvio de verbas do orçamento para destinar a apostas atinge níveis mais críticos entre os jovens adultos. Na faixa etária dos 25 aos 34 anos, a taxa de utilização de recursos prioritários para custear as plataformas de jogos sobe de forma expressiva, chegando a 46% dos entrevistados. Curiosamente, mesmo diante de um impacto negativo comprovado nas contas mensais, os apostadores relatam uma forte percepção de domínio da própria situação econômica. Cerca de 89% dos usuários consultados acreditam controlar totalmente…
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