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Paralisação de servidores afeta atendimentos no Centro de Saúde de Barão Geraldo, em Campinas

Destaques 29/09/2026 às 14:20
Paralisação de servidores afeta atendimentos no Centro de Saúde de Barão Geraldo, em Campinas
]]> Servidores do CS Barão Geraldo fazem paralisação e cobram melhorias na equipe e atendimento unidade em Campinas Johnny Inselsperger Funcionários do Centro de Saúde (CS) de Barão Geraldo iniciaram uma paralisação na manhã desta terça-feira (29), em Campinas (SP). Os trabalhadores protestam contra a falta de profissionais e as condições de trabalho. Com o movimento, os atendimentos da unidade foram suspensos. Pacientes que foram ao local encontraram as portas fechadas. Foi o caso da dona de casa Aelda Almodim, que tinha um exame de sangue agendado e precisou voltar para casa. "Vim fazer o exame de sangue, eu e meu filho, e voltamos para trás, porque eu não sabia que ia ter isso daqui. Não tem remédio, não tem médicos. Você não sabe como marca uma consulta aqui, se tem que vir, se liga, se não liga. E os médicos estão indo udo embora", comentou. Segundo os profissionais, faltam médicos, trabalhadores da enfermagem e agentes comunitários de saúde. Eles dizem que a situação aumenta a sobrecarga das equipes e prejudica o atendimento à população. A coordenadora do Sindicato dos Servidores Municipais de Campinas, Cláudia Bueno, também afirmou que a unidade precisa de mais funcionários. "Falta de RH nesse centro de saúde, falta de profissionais administrativos, principalmente médicos, enfermeiros. Precisa repor o número de RH desse CS", diz. O Centro de Saúde de Barão Geraldo atende moradores de 78 bairros da região e também recebe estudantes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O que diz a prefeitura? Em nota, a Secretaria de Saúde de Campinas informou que o Centro de Saúde de Barão Geraldo tem cinco equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e afirmou que não há falta de vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. A pasta informou ainda que duas médicas devem reforçar as equipes e que os trâmites para o início dos atendimentos estão em andamento. Segundo a secretaria, não há déficit de enfermeiros nem de agentes comunitários de saúde. Ainda de acordo com a prefeitura, 96,5% dos medicamentos da Atenção Básica estão disponíveis no almoxarifado municipal. Entre os itens em falta, dois estão com o estoque zerado na unidade e devem ser repostos em um prazo…
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