Outubro Rosa: o que toda mulher precisa saber sobre câncer de mama
Destaques12/10/2026 às 09:00
]]> O Outubro Rosa reforça a importância da prevenção, do acompanhamento médico e da detecção precoce do câncer de mama Reprodução/Magnific O Outubro Rosa é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, e a campanha existe para reforçar a importância da prevenção, do acompanhamento médico e da detecção precoce. O câncer de mama é o tipo mais incidente entre as mulheres no Brasil, exceto os tumores de pele não melanoma (INCA). A boa notícia é que a identificação precoce favorece o tratamento e está associada a melhores prognósticos. Mas há muito mais nuance nessa história do que simplesmente “fazer a mamografia”. Os sinais que pedem atenção Entre os principais alertas que uma mulher não deve ignorar, estão: O aparecimento de um novo nódulo na mama, especialmente quando endurecido e persistente; Alterações na pele, como retração, espessamento ou aspecto semelhante à “casca de laranja”; Mudanças recentes no formato ou tamanho da mama; Retração ou alteração do mamilo; Saída espontânea de secreção pelo mamilo, principalmente quando é sanguinolenta; Alterações ou aumento de gânglios na axila. A Dra. Carolina Lopes, mastologista, CRM-MG 55245 / RQE 36172, alerta que, nas fases iniciais, o câncer de mama frequentemente não provoca nenhum sintoma. É justamente por isso que o acompanhamento adequado e os exames de rastreamento são tão importantes, mesmo quando a mulher não percebe nenhuma alteração. Conhecer o próprio corpo é importante, mas isso deve caminhar junto com o acompanhamento médico e o rastreamento indicado para cada mulher. Mamografia: quando começar e para quem Embora a mamografia seja o principal exame de rastreamento do câncer de mama, a recomendação não é igual para todas as mulheres. Para mulheres de risco habitual, a recomendação pode variar conforme as diretrizes adotadas e a avaliação individual. A Dra. Carolina explica que, em sua prática, o rastreamento mamográfico anual é indicado a partir dos 40 anos. Para quem tem risco elevado, o acompanhamento precisa começar mais cedo. Existe um grupo de mulheres considerado de alto risco para câncer de mama e, nesses casos, o rastreamento deve começar mais cedo em algumas situações, inclusive, por volta…
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