Ossadas de primas que desapareceram no Paraná são liberadas e família vela vítimas cinco meses após início das buscas
Destaques01/10/2026 às 20:59
]]> Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida. Reprodução/Redes sociais As ossadas das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, foram liberadas para sepultamento nesta quinta-feira (1°), pela Polícia Científica. O enterro acontece mais de cinco meses após o desaparecimento delas. As duas desapareceram em 21 de abril, data em que a polícia acredita que ambas foram assassinadas por Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, após deixarem uma boate em Paranavaí, no Noroeste do Paraná. Os três estavam juntos porque Letycia conhecia o homem de festas anteriores e tinha aceitado sair novamente com ele. Letycia foi enterrada em Cianorte, cidade em que morava. Já Stella, no município de Jussara. ✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp Os vestígios das primas foram encontrados em uma área rural próxima a Paraíso do Norte, em 21 de agosto. Neste dia, Clayton foi morto em uma abordagem policial, em Mandaguari, e um segundo suspeito de envolvimento no caso, identificado pela polícia apenas como "Magrão", foi preso. Foi este homem que indicou aos policiais o local em que deviam procurar os restos mortais das jovens. Suspeito leva policiais ao local em que ossadas estavam enterradas no Paraná Primas foram assassinadas logo após saírem de boate com principal suspeito, diz polícia Em 27 de agosto, o delegado Luís Fernando Alves, da Polícia Civil (PC-PR), confirmou que as ossadas eram das vítimas. A identificação, conforme a polícia, foi realizada por meio de arcos dentais. A análise também identificou indícios de morte violenta. Conforme a PCPR, o inquérito do caso deve ser finalizado durante o mês de outubro. Leia também: Investigação: Cachorro comunitário morre após ser baleado por PM Cárcere: Homem viaja 443 km para comprar carro e acaba em cárcere privado após se recusar a transportar droga Filha pediu ajuda em escola: Homem é preso por manter companheira em cárcere privado por 2 anos no PR Linha do tempo do caso 📆22h39 de 20 de abril: as jovens são vistas saindo de Cianorte na caminhonete com Clayton – que Letycia conhecia pelo nome de "Davi". Uma amiga das jovens disse em depoimento à polícia que as primas…
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