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Orquestra Sinfônica da Amazônia leva lendas amazônicas, carimbó e toadas para concerto gratuito no Teatro ICBEU

Destaques 03/10/2026 às 17:16
Orquestra Sinfônica da Amazônia leva lendas amazônicas, carimbó e toadas para concerto gratuito no Teatro ICBEU
]]> A apresentação busca aproximar a música de concerto das sonoridades e manifestações culturais da Amazônia. Divulgação/Icbeu A Orquestra Sinfônica da Amazônia (OSA) realiza, neste sábado (3), às 20h, no Teatro ICBEU, o segundo concerto da Série Amazônia. Com entrada gratuita, a apresentação dá continuidade à proposta de aproximar o repertório universal da música de concerto das sonoridades, histórias e manifestações culturais da região amazônica. Sob regência do maestro Rubens Cláudio, o programa reúne a “Suíte Holberg, Op. 40”, de Edvard Grieg, e duas obras inéditas de compositores paraenses: o poema sinfônico “Paxiúba”, de João Marcos Palheta, e a “Suíte Cartografias Amazônicas”, de Cibelle Donza. O concerto terá ainda a participação do solista Arley Raiol. Depois de abrir a série com uma formação sinfônica completa, a OSA aposta, desta vez, em uma configuração mais intimista. As cordas assumem o protagonismo, acompanhadas por instrumentos incorporados às necessidades das obras, como percussão e flauta. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Agora no g1 Para Rubens Cláudio, a redução do número de músicos não diminui a complexidade do repertório. Pelo contrário, exige dos intérpretes outras formas de explorar as possibilidades sonoras. “Quando tenho uma orquestra menor ou uma orquestra de cordas, a minha 'caixa de lápis de cor' é menor também. Então, para pintar o quadro, preciso misturar algumas coisas e buscar esses elementos por meio dos instrumentos que tenho”, compara o maestro. Da tradição europeia às histórias amazônicas A ponte entre diferentes universos musicais começa com Edvard Grieg. Escrita pelo compositor norueguês em homenagem ao dramaturgo Ludvig Holberg, a “Suíte Holberg” revisita formas e danças antigas, especialmente aquelas associadas ao período barroco. A escolha mantém uma característica da Série Amazônia: colocar obras consagradas do repertório internacional em diálogo com produções inspiradas na cultura e no imaginário amazônico. Esse encontro ganha força com duas estreias mundiais. Em “Paxiúba”, João Marcos Palheta mergulha em uma narrativa indígena ligada à floresta e à música. A composição parte da história de um indígena…
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