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Oposição tenta adiar votação do fim da escala 6x1: 'Não faz bem para o país', diz coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro

Destaques 07/10/2026 às 18:14
Oposição tenta adiar votação do fim da escala 6x1: 'Não faz bem para o país', diz coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro
]]> ANÁLISE: Os impactos da escala 6x1 na campanha de Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno A oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado Federal tenta adiar a votação do fim da escala 6x1, prevista para a próxima semana. Senadores bolsonaristas se reuniram nesta quarta-feira (7) e decidiram pedir ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), para que a votação seja feita somente depois do resultado da eleição presidencial. O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse que eles não se negam a discutir a jornada de trabalho no Brasil, mas que, neste momento, não é o ideal. Ele evitou dizer, no entanto, como o partido vai votar na proposta. "Não faz bem ao país votar um assunto dessa gravidade, dessa importância e com essa repercussão da maneira que está sendo votado”, disse Rogério Marinho. Para tentar negociar com Alcolumbre, os senadores escolheram a senadora Tereza Cristina (PP-MT) como porta-voz. Segundo eles, Tereza irá tentar conversar com o presidente do Senado ainda nesta quarta-feira (7). Na terça-feira (6), Flávio Bolsonaro foi questionado sobre a PEC do governo e, mais uma vez, defendeu a proposta alternativa. O texto da oposição prevê a possibilidade de redução da jornada, com redução proporcional do salário. Entre os pedidos está que, caso ele queira votar, que faça somente a primeira votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da 6x1 e deixe o restante para depois. Uma PEC precisa ser votada duas vezes antes de ser considerada aprovada. O que abre margem para que, mesmo com a primeira aprovação, a proposta não siga adiante após as eleições. Senador Rogerio Marinho (PL-RN) concede entrevista Carlos Moura/Agência Senado Pelas regras do Senado, a proposta precisa ser discutida durante cinco sessões no plenário antes da primeira votação. A primeira sessão de discussão foi feita na terça-feira (6) e a segunda será hoje. Depois das cinco sessões e da votação em primeiro turno, pelo regimento, deve-se esperar mais 5 dias úteis, ter mais três sessões de discussão e só depois votar o segundo turno. Caso emendas sejam apresentadas, o…
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